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Cannes

CANNES 2016 – Dos premiados, quem é quem?
Xavier Dolan, diretor canadense, premiado com o Gran Prix pelo filme Juste a la Fin du Monde
CLASSIFICAÇÃO: Festival, Festivais - 22/05/2016

Cannes terminou e deixou lição de casa pra quem quiser ficar com o cinema atualizado pra quando os premiados deste ano chegarem por aqui. Selecionei os filmes que são bacanas, dos diretores que saíram consagrados no festival. Garimpa e aproveita – porque tem de várias nacionalidades e gostos, comentados aqui no Cine Garimpo!

REINO UNIDO | INGLATERRA: KEN LOACH levou o prêmio máximo, a Palma de Ouro, por I, Daniel Blake. Já temos pra ver:

 

IRÃ: O filme The Salesman, de ASGHAR FARHADI, ganhou melhor ator e roteiro. Do diretor, já temos pra ver:

 

CANADÁ: o jovem cineasta XAVIER DOLAN, foi premiado com o Grand Prix por Juste à la Fin du MondeDo diretor, vale ver:

  • MOMMY (2014)
  • LAURENCE ANYWAYS (2012)
  • I KILLED MY MOTHER (2009)

 

FILIPINAS: a atriz Jaclyn Jose foi a melhor por Ma’Rosa, do diretor Brillante Mendoza. Dele, vale ver:

 

ROMÊNIA: CRISTIAN MUNGIU foi o  melhor diretor por Graduation. Também dele:

 

FRANÇA: também na direção, Olivier Assayas dividiu com Mungiu o prêmio por Personal Shopper. Também vale:

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FILMES QUE JÁ PASSARAM POR CANNES no LOOKE
CLASSIFICAÇÃO: Lista - 13/05/2016

A plataforma brasileira de streaming LOOKE tem uma ótima oferta de filmes que já passaram pelo Festival de Cannes. Aproveitando que a França respira cinema até dia 22, na 69a edição do festival de cinema mais chique do planeta, veja o que você pode curtir em casa.

O legal da plataforma é que além de poder fazer a assinatura mensal, você pode alugar filmes, sem precisar ser assinante. Ou até comprar, se quiser ir montando seu acervo. Dá uma olhada em looke.com.br.

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FILME BRASILEIRO EM CANNES!
CLASSIFICAÇÃO: Notícias, Brasil - 15/04/2016

Kléber Mendonça Filho fez O Som ao Redor e arrasou com seu olhar contemporâneo sobre a dinâmica dos grandes centros e como ele se relaciona com a sociedade. Seu novo filme Aquarius, com Sonia Braga, compete em Cannes pela Palma de Ouro! De novo o tema: espaço urbano X ser humano. O festival vai de 11 a 22 de maio.

 

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DE CABEÇA ERGUIDA – La Tête Haute
CLASSIFICAÇÃO: Para se Emocionar, França, Especiais, Drama - 08/06/2015

De Emmamuelle Bercot, La Tête Haute abriu o Festival de Cannes, com um tema muito interessante para a realidade brasileira. Em tempos de discussão sobre a maioridade penal, sobre o que fazer com o menor infrator, como reabilitá-lo a viver em sociedade e em família, o filme parece ser denso e emocionante. No centro da mesa da coletiva de imprensa, nada menos do que Cathernie Deneuve, que faz o papel da juíza no filme.

O garoto-problema em questão é Malony (Rod Paradort, em seu primeiro trabalho no cinema), um adolescente que não se enquadra nos padrões aceitos pela sociedade, é violento e precisa que a justiça defina o que fazer com ele. Com a desestruturação das famílias, o que fica da entrevista coletiva é uma visão positiva das instituições que cuidam do bem-estar dos menores. “Diante de tantos finais infelizes, eu quis valorizar aqueles que terminam bem”, ressalta a diretora Emmanuelle Bercot, que várias vezes foi perguntada o que ela achava de ter seu filme na abertura, considerando que ela é mulher. Jornalista faz cada pergunta… Respondeu sem rodeios: “Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Que bom que escolheram o filme. Ponto.”

La Tête Haute, traduzido em inglês como Standing Tall, poderia ser De Cabeça Erguida, em português. Para minha surpresa – boa – este é o título escolhido aqui no Brasil, agora que o filme chega com o Festival Varilux de Cinema Francês, que começa dia 10. Pelo envolvimento do elenco e intensidade das cenas, lembrei do lindo O Garoto da Bicicleta, de Jean-Pierre e Luc Dardenne, que venceu o prêmio do júri em Cannes em 2011. Tem esse apelo forte do jovem sem futuro, com um fio de esperança na família e uma quase-certeza de que tudo vai dar errado. Parece que aqui é exceção.

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PALMA DE OURO EM CANNES 2015
FERRUGEM E OSSO é do mesmo diretor que venceu a Palma de Ouro por Dheepan, o francês Jacques Audiard. Enquanto o novo vencedor não chega por aqui, vale a pena conferir!
CLASSIFICAÇÃO: França, Festivais - 25/05/2015

Difícil falar de filmes que ainda não vimos. Pra entender um pouco quem saiu ganhando neste Festival de Cannes que terminou ontem, vamos relembrar os trabalhos anteriores dos diretores e atores premiados. Assim, dá pra ter uma ideia do tempero do filme, o estado de espírito em torno do qual gira a produção

Antes de mais nada é preciso dizer que é um prazer assistir à cerimônia de encerramento. Sem enrolação e de bom tom (e gosto), teve como mestre de cerimônia o charmoso ator francês Lambert Wilson, do fabuloso Homens e Deuses e Medos Privados em Lugares Públicos.

PALMA DE OURODheepan, do francês Jacques Audiard, também dos ótimos O Profeta (que levou o Prêmio do Júri em 2009 e Ferrugem e Osso, que concorreu à Palma de Ouro em 2002. Ninguém sai imune a esses dois filmes. São fortes e intensos; obras-primas. Dizem que Dheepan lembra O Profeta, pelo fato de se tratar da história de um imigrante, mas desta vez do Sri Lanka, que vai tentar a vida em Paris.

GRANDE PRÊMIO DO JÚRISaul Fia, do húngaro Lászió Nemes. Fala da Segunda Guerra, do processo de cremação dos corpos dos judeus nos campos de concentração e da relação de um dos prisioneiros (obrigado a fazer tal trabalho) com um dos corpos que ele julga ser de seu filho. É o primeiro longa do diretor!

MELHOR DIRETORHou Hsiao-Hsien, pelo chinês The Assassin. Preciso ver os filmes do diretor. O que eu posso dizer é que os chineses estão com tudo no festival, inclusive com mais um filme de Kore-Eda, Notre Petite Soeur, também dos ótimos Pais e Filhos e O Que Eu Mais Desejo.

MELHOR ATORVicent Lindon, por La Loi du Marché. Adoro o trabalho de Lindon em Bem-Vindo, Mademoiselle Chambon (do mesmo diretor), A Criança da Meia-Noite, Tudo o que Desejamos, Augustine.

MELHOR ATRIZEmmanuelle Bercot (por Mon Roi, também  diretora de La Tête Haute, que abriu o Festival); e Rooney Mara (por Carol, também atriz em A Rede Social, Terapia de Risco, Millenium).

MELHOR ROTEIROChronic, de Michel Franco. Mexicano, ele é responsável pelo perturbador Despois de Lúcia, sobre o bullying, que levou o prêmio Un Certain Regard em 2012.

PRÊMIO DO JÚRIThe Lobster, dirigido pelo grego Yorgos Lanthimos, que ganhou o prêmio Un Certain Regard por Dente Canino.

PRÊMIO CAMERA D’ORLa Tierra y la Sombra, do diretor colombiano César Augusto Acevedo.

PALMA DE OURO DE CURTA-METRAGEMWaves 98, sobre a vida nos subúrbio de Beirute.

 

 

 

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NOTRE PETITE SOEUR – Umimachi Diary
CLASSIFICAÇÃO: Japão, Especiais - 17/05/2015

Em competição em Cannes, mais um filme do cineasta japonês Hirokazu Kore-Eda, também responsável pelos filmes Pais e Filhos (ganhou prêmio do júri) e O Que Eu Mais Desejo. Segundo o diretor, o fato de ele ter se tornado pai suavizou sua visão sobre a família nos últimos tempos. Não importa. Se depender desses dois filmes anteriores, Our Little Sister, como é chamado em inglês, será emocionante.

Trata-se da história de três irmãs, que tem que lidar com a chegada da quarta irmã, que na verdade é meia-irmã. “É um filme que conta a história das personagens, mas sobretudo fala da passagem do tempo. ‘Eu um filme também sobre o tempo”, diz o diretor. Uma das atrizes completa: “Falaremos do modo de vida do Japão, sobre a beleza das estações e do tempo que evolui. Espero que o público seja sensível a isso”.

Sem dúvida é um filme sobre mulheres. Vale a pena conferir suas obras anteriores e sentir sua visão humana e sensível sobre as relações familiares.

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FESTIVAL DE CANNES 2015
CLASSIFICAÇÃO: Festivais - 10/05/2015

Não era por falta do que fazer. A lista de filmes pendentes para ver e escrever é grande – e só tende a aumentar. Não para nunca. Mesmo assim consegui dar um pulinho em Cannes, sentir-me dentro da coletiva de imprensa, representada por jornalistas do mundo todo.

Aproveito pra matar a saudades da língua francesa. Da primavera francesa. Sentir-me em Cannes, acompanhando os comentários, photocalls e entrevistas com diretores, atores, atrizes e membros do júri é sensacional. É como se fosse plantada uma semente de curiosidade de cada um dos filmes – alimentada até o dia em que eles pousarem por aqui.

Alimentado com rapidez e eficiência, o site oficial do Festival de Cannes. A começar por quem decide a Palma de Ouro, o prêmio da  minha categoria predileta, Un Certain Regard: o grande júri, presidido pelos irmãos Joel e Ethan Coen, aqueles geniais diretores que filmes como o drama musical Inside Llewyn Davis: A Balada de um Homem Comum, Bravura Indômita, Um Homem Sério, Onde os Fracos Não Têm Vez, Queime Depois de Ler.  A bola está com eles. E este ano a escolha foi bem eclética – e internacional, como sempre. Aliás, uma das melhores respostas foi dada por Joel Coen, quando uma jornalista pergunta o que ele acha dessas novas formas de assistir aos filmes (internet, Netflix, etc). Ele responde: “Você quer saber o que eu acho de as pessoas assistirem a Lawrence da Arábia no Iphone?”. Disse tudo. Genial!

Começando pela Espanha, com a atriz Rossy de Palma, figura marcante em vários filmes de Pedro Almodóvar, como Abraços Partidos. Depois, Canadá, com o jovem e precoce diretor Xavier Dolan, que levou o prêmio do júri em 2014 com o forte Mommy, além de ter sido premiado em diversos festivais no mundo com Eu Matei Minha Mãe e Lawrence Anyways. Confessou ter sido mimado demais pelo festival (concordo, tem só 24 anos!) e ser novo demais para dar pitacos sobre repertórios cinematográficos que incluam a musa do cartaz deste ano: Ingrid Bergman. Sienna Miller é americana, atriz de Sniper Americano e Foxcatcher. Humilde na entrevista coletiva, estava genuinamente lisonjeada com o convite – não esperava estar em Cannes, muito menos na mesa do júri.

Da França temos Sophie Marceau, atriz francesa que tinha um ar mais blasé, a cantora e compositora de Mali, Rokia Traoré, que não tem ligação direta com o cinema – interessante esse convite, o que dá ao júri uma composição criativa. O ator americano Jake Gylenhall, de O Abutre e Os Suspeitos, e o diretor mexicano Guillermo del Toro, de O Labirinto do Fauno e Hobbit.

Com essa turma no comando, o festival de Cannes termina dia 24.

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MAPS TO THE STARS – seleção oficial Cannes 2014
CLASSIFICAÇÃO: Festivais - 19/05/2014

Azar de quem não está em Cannes. Também acho. Mas o site oficial do festival mais badalado do planeta está atualizado praticamente on real time e traz as entrevistas coletivas com os atores e diretores dos filmes exibidos. David Cronemberg está na competição e consegue, em uma frase resume seu novo filme: “Aquelas pessoas estão desesperadas para garantir sua existência”, diz o diretor, que em Cosmópolis (que não fez meu gênero), já discutiu essa questão das celebridades. “No caso de Havana (personagem de Julianne Moore), ela está morrendo de medo de deixar de existir ao ser descartada pela indústria do cinema. É desesperador e cruel, um caso de vida ou morte.” Mas ele diz que reduzir o filme às celebridades de Hollywood é pensar pequeno. “Ele pode ser aplicado a qualquer ambiente onde as pessoas sejam ambiciosas e gananciosas ao extremo, como o Vale do Silício, Wall Street.”

O filme MAPS TO THE STARS conta também com Robert Pattinson, Mia Wasikowska e John Cusack e embora Cronemberg seja dramático, ele diz que seus filmes são uma verdadeira comédia. É rir pra não chorar, porque vem drama por aí. Gosto do assunto em si, dessa discussão da idealização da vida das celebridades, da importância da fama. E gosto ainda mais da participação da atriz Julianne Moore, sempre uma presença determinante. Quando perguntada sobre o que seria o lado repulsivo da indústria do cinema, Julianne arremata: “As pessoas querem ser vistas e o filme mostra que elas só podem ser verdadeiramente vistas através da relação íntima em família, uma dualidade”.

 

Clique aqui para ver lista com os filmes da atriz que estão no Cine Garimpo.

 

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FESTIVAL DE CANNES 2013 – Quem são os jurados?
CLASSIFICAÇÃO: Festival, Especial, Dicas Afins - 15/05/2013

cannes 2013De hoje a 26 de maio, Cannes recebe a nata do cinema mundial. Mundial mesmo, porque até a escolha do júri está carregado de significado.

E de nacionalidades diferentes. Além das premiações, do tapete vermelho e de tudo mais que gira em torno das estrelas e produções, é interessante pensar nesse perfil de jurados. Afinal, são eles que escolhem o filme que ganha a Palma de Ouro e, portanto, a chancela para fazer carreira no mundo todo. Assim, quanto mais eclético e diversificado for o corpo de jurados, mais interessantes ficam os prêmios.

Entre os integrantes estão a diretora escocesa Lynne Ramsey, do arrebatador Precisamos Falar Sobre Kevin, exibido no ano passado em Cannes, o ator francês Daniel Auteuil, de filmes como Caché e Conversas com Meu Jardineiro, e a atriz australiana Nicole Kidman, de As Horas, Os Outros, Reencontrando a Felicidade. Da Alemanha vem Christoph Waltz, o ator de Tarantino premiado em Django Livre e Bastardos Inglórios, mas também do ótimo Deus da Carnificina. Ang Lee é o representante de Taiwan, diretor de As Aventuras de Pi e vencedor do Oscar deste ano na categoria.

Também temos Vidya Balan, atriz indiana, Naomi Kawase, cineasta japonês e Cristian Mungiu, o diretor e roteirista romeno, responsável por Além das Montanhas, 4 meses, 3 semanas, 2 dias, Contos da Era Dourada. Para fechar a Torre de Babel, Steven Spielberg, que prescinde apresentações e é um dos ícones do cinema americano e global. Como presidente do júri de Cannes, a escolha soa especial. Parece que pouco importa se o cinema que se faz é de arte ou comercial. Fiquei com a impressão que, por um instante, os egos ficaram um pouco de lado e o cinema de qualidade é que foi privilegiado.

Vamos aguardar o andamento do evento, que já começou com classe com a exibição de O Grande Gatsby, de Baz Luhrmann, que estreia no Brasil em 7 de junho.

 

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CADA UM COM SEU CINEMA – Chacun son Cinéma
CLASSIFICAÇÃO: Para se Emocionar, Para Entender o Nosso Mundo, França - 26/07/2012

DIREÇÃO: Theodoros Angelopoulos, Youssef Chahine, Ethan Coen, Joel Coen, David Cronenberg, Jean-Pierre Dardenne, Luc Dardenne, Manoel de Oliveira, Amos Gitai, Alejandro González Iñárritu, Abbas Kiarostami, Claude Lelouch, David Lynch, Nanni Moretti, Roman Polanski, Raoul Ruiz, Walter Salles, Elia Suleiman, Gus Van Sant, Wim Wenders

Festival de Cannes, 2007 (119 min)

A ideia é espetacular  – não porque seja original, mas por nos fazer pensar no que o cinema desperta dentro de nós. Trinta e seis diretores renomados, de diversas nacionalidades, foram convidados a produzir um curta sobre a sétima arte para celebrar os 60 anos do Festival de Cannes, reproduzindo nas telas aquela sensação única que é o momento do apagar das luzes, quando o filme começa e a magia se instala. Cada curta tem três minutos – incrível como dá tempo de transmitir em tão pouco tempo, tantos e tão diversos sentimentos. Adoro esse tipo de abordagem, quando um tema é lido sob diversos prismas. Um presente para qualquer cinéfilo. Assim como outros filmes que seguem a mesma linha, como a série Cities of Love (Paris, Eu Te Amo, Nova York, Eu Te Amo), em que vários diretores fazem um curta com a sua visão das cidades, e 11 de Setembro, também uma revisita ao atentado às Torres Gêmeas pelo olhar de diferentes cineastas.

Não conseguiria contar todas as histórias, são muitas e muito variadas. Se for possível assistir um a um, tendo em mente pelo menos algo da filmografia do diretor, tanto melhor. Fica mais fácil captar a sutileza da sua releitura do tema (o Cine Garimpo tem diversos filmes dos diretores convidados). O egípcio Youssef Chahine, por exemplo, conta como foi a sua primeira temporada em Cannes, como diretor iniciante, até receber o prêmio pelo conjunto da obra depois de 47 anos; o francês Claude Lelouch homenageia os pais, responsáveis pelo seu contato com o cinema; o israelense Amos Gitai fala do conflito árabe-israelense com tom de rotina e de tragédia humana e política; David Cronenberg questiona o fim do cinema e dos judeus, como notícia; o italiano Nanni Moretti faz uma crônica da vida e do cinema, com sua típica comédia irônica; o alemão Win Wenders filma a miséria africana indo ao cinema. Curioso notar que cada diretor recebe a proposta de uma maneira e faz uma leitura como entende, seja de forma vivencial, pessoal, política ou saudosista. Pena que o brasileiro Walter Sales tenha feito um curta esquisito com a dupla Caju e Castanha – mais pareceu uma peça publicitária do festival em si – talento jogado fora.

De uma maneira geral, Cada um Com Seu Cinema é um exercício curioso e interessante de como uma mesma mensagem chega para cada um de nós, da mesma maneira que cada um vivencia o mesmo momento de forma distinta. O mais bacana é que o cinema se confunde com a vida e se mistura intensamente com todas as nossas mais genuínas emoções.

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