ERVAS DANINHAS – Les Herbes Folles

Cartaz do filme ERVAS DANINHAS – Les Herbes Folles

Opinião

O que fazer quando um filme é superbem cotado e o desinteresse cresce à medida que o tempo passa no cinema? Tentei ser elegante na minha colocação, já que Alain Resnais é um diretor francês renomadíssimo e muito singular. Fato é que, atraída pela sua notoriedade (é dele também Medos Privados em Lugares Públicos, que é um filme com um ritmo e visão também bem diferentes do habitual, mas que me agradou muito) fui assistir a Ervas Daninhas. Terminou o filme e continuei sem saber a que veio.

Considerado pelos críticos um filme importante de 2009, acho que agrada o nicho do nicho. Você dirá se for ver. Tudo gira em torno da carteira perdida pela atriz Sabine Azéma, que é encontrada ao acaso por André Dussollier. A história se desenrola a partir desse fato e nada de muito interessante acontece ou deixa de acontecer. Talvez sejam vidas como ervas daninhas: aleatóreas, sem rumo, sem objetivo. O acaso atuando, trazendo novas perspectivas… Tentei, mas desta vez não consegui ir muito longe.

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