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Épico

O SÉTIMO FILHO – Seventh Son
CLASSIFICAÇÃO: Para se Divertir, Garimpo na Locadora, Fantasia, fantasia, Estados Unidos, Épico, Aventura, Ação - 11/03/2015

Espiar o trailer neste caso ajuda bastante. Porque você já encurta um bom caminho. Está tudo ali, sem exceção: um roteiro confuso, que prima pelo gênero aventura- fantasia-ação, em detrimento do enredo. Se O Sétimo Filho se propõe a contar uma história, eu diria que ela não tem nada de original, que os efeitos especiais não são especiais (e sim, normais) e a ótima atriz Julianne Moore (também em Para Sempre Alice) decepciona. Não pela atuação, coitada. Não há como fazer de outra forma, sem caras e bocas. Mas não precisava deste papel tolo com um currículo que ela tem. Badalada do jeito que é, nem dá pra dizer que está precisando rechear o cofrinho, ou que ninguém a convida para fazer filmes, como a sua personagem em Mapa para as Estrelas.

De Jeff Bridges não posso dizer o mesmo. Ultimamente tem feito filmes caídos. Mas Julianne tem um Oscar e um Globo de Ouro fresquinhos na mão e um talento incontestável. Que não salva – e nem de longe – o filme. A história é conhecida: um guerreiro de uma ordem mística (Bridges) precisa treinar uma aprendiz que possa ajudá-lo a vencer a bruxa má, a rainha do mal (Julianne). E esse rapaz precisa ser o sétimo filho da família (que clichê horroroso e velho!). Há um exército de seres sobrenaturais que querem dominar o reino e os cavaleiros precisam eliminá-los, custe o que custar.

Nada de bom neste reino do mal: muito barulho, um romance frio e uma velha paixão (também déjà vu) inventada para acender o velho sentimento do amor e ódio que move montanhas e seres fantásticos. Que preguiça…

 

DIREÇÃO: Sergey Bodrov ROTEIRO: Charles Leavitt, Steven Knight ELENCO: Julianne Moore, Jeff Bridges, Ben Barnes, Alicia Vikander, Olivia Williams | 2014 (104 min)

 

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ÊXODO: DEUSES E REIS – Exodus: Gods and Kings
CLASSIFICAÇÃO: Para se Emocionar, Para Entender o Nosso Mundo, Garimpo na Locadora, Estados Unidos, Épico, Drama, Biografia, Ação - 25/12/2014

Recentemente Nóe esteve nas telonas, retratando a passagem bíblica da criação da arca e do salvamento das espécies no dilúvio enviado por Deus. Agora é a vez de outro personagem, numa superprodução que gera controvérsias. Nenhum desses filmes têm o intuito de ser um retrato fiel do que está escrito na Bíblia e qualquer adaptação seria passível de críticas. Portanto, a dica aqui é a seguinte: se está a fim de assistir a uma filme cheio de batalhas, traições, amores e rumores, com um bonito visual, a história de Moisés será um bom entretenimento.

Essa passagem do Antigo Testamento é, por si só, fantástica. Moisés está na pele de Christian Bale (também em O Império do Sol, O Vencedor, Trapaça, a trilogia Batman) e é ele quem conduz o povo judeu pelo deserto por 40 anos até a Terra Prometida, após libertá-lo da escravidão egípcia que durou 400. Como se sabe, Moisés é criado pelo faraó Seti (John Turturro) junto com seu filho Ramsés, sem saber que era hebreu e escolhido por Deus para libertar seu povo.

Êxodo: Deuses e Reis é bem mais convincente do que Noé e prende mais a atenção – muito embora tenha as suas “licenças poéticas”, como Deus representado por uma criança. Mas o diretor Ridley Scott fez um filme para multidões e para grandes bilheterias (nos Estados Unidos está no topo e já arrecadou alguns bons milhões). Mostra o povo escravizado construindo os suntuosos palácios e as pirâmides do Egito, as pragas que caem sobre Ramsés, o implacável e megalomaníaco faraó, e seu povo, o chamado de Deus e Moisés escrevendo os Dez Mandamentos. Todo o contexto histórico tem um cuidado especial e é sempre interessante repassar o momento e reparar nos detalhes da suntuosa civilização.

No entanto, faz tempo que não temos no cinema um grande filme que impressione pela beleza e pelo impacto emocional como fez Lawrence da Arábia, O Último Imperador e O Gladiador, do mesmo Ridley Scott. Êxodo: Deuses e Reis vai arrecadar um bom dinheiro, com certeza. Mas faltou algo que gerasse a genuína emoção que o momento histórico merece.

 

DIREÇÃO: Ridley Scott ROTEIRO: Adam Cooper ELENCO: Chrsitian Bale, Joel Edgerton, John Turturro, Aaron Paul, Sigourney Weaver, Ben Kingsley, Hiam Abbass | 2014 (150 min)

 

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O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS – The Hobbit: The Battle of the Five Armies
CLASSIFICAÇÃO: Para se Divertir, Nova Zelândia, Garimpo na Locadora, Estados Unidos, Épico, Aventura, Ação - 11/12/2014

Não li O Hobbit, de J.R.R. Tolkien, nem pretendo ler. Quando vi e postei aqui no blog sobre o segundo filme da trilogia, O Hobbit:   A Desolação de Smaug, disse que tinha gordura demais, que o primeiro, O Hobbit: Uma Jornada Inesperada, era melhor (vejam no link do filme). Pois é. Se o segundo filme tem gordura, no terceiro não sobra muita coisa. E o título já diz tudo: são cinco exércitos lutando pelo controle da montanha mágica e poderosa. Orcs, anões, humanos, elfos lutando sem parar por 144 minutos.

Convenhamos que é preciso ter um pouco de discernimento antes de transformar todo e qualquer livro em trilogia. Precisa ter o que contar. Concordo que os efeitos são incríveis, as maquiagens ótimas, mas não tem história. Fiquei cansada e, com certeza, dois filmes teriam sido suficientes. Mesmo porque a gente acaba comparando com a saga de O Senhor dos Anéis e aí realmente caímos no vazio. Se o Hobbit do meio ficou um recheio sem gosto, o Hobbit do final deixou bem claro que não é por causa do filme que o fã clube vai aumentar.

 

DIREÇÃO: Peter Jackson ROTEIRO: Fran Walsh, Peter Jackson, J.R.R. Tolkien ELENCO: Martin Freeman, Richard Armitage, Ian McKellen, Cate Blanchet | 2014 (144 min)

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UM BELO DOMINGO – Un Beau Dimanche
CLASSIFICAÇÃO: Para Ver Bem Acompanhado, Garimpo na Locadora, França, Épico - 22/08/2014

Alguns filmes conseguem terminar, sem terminar. Deixam o final em aberto, para a sua apreciação. Será que ele fica com ela? Assume a criança? Ou ela volta para o pai? Recebe algum dinheiro ou abre mão de tudo? São perguntas que ficam em aberto e acho isso louvável. Um filme não precisa ser necessariamente pronto, com começo, meio e desfecho. Pode deixar sugerido, pode deixar implícito, mas dentro da cabeça de cada um, tudo pode acontecer.

Um Belo Domingo é assim. Apresenta uma bonita história de amizade, que vai crescendo, revelando seus conflitos, trazendo o passo à tona para terminar sem nos dar uma conclusão. Você monta a equação com os dados do filme, as emoções que ele provocou e sua história particular de vida. Baptiste é professor substituto do ensino fundamental. Cobre alguém que está de licença e quando o profissional volta, ele parte para outra escola, em outra cidade. Vida de nômade, sem se apegar a lugar nenhum, a ninguém.

Até que um dia um garoto sobra na escola, o pai esquece de buscá-lo e eles acabam passando o fim de semana juntos. A mãe do menino Sandra (Louise Bourgoin, também de A Religiosa, Um Evento Feliz), trabalha num restaurante na beira da praia, tem uma vida instável e também não pode ficar com o garoto.

Contar mais é tirar a graça da história. A convivência surpresa entre os dois acaba fazendo com que cada um enfrente seus medos e fantasmas do passado. É como se passassem a vida a limpo e realmente tomassem as suas rédeas, pudessem fazer escolhas. Singelo, sem pretensão, Um Bom Domingo toca naquele ponto delicado das diferenças familiares e das dificuldades de aceitação do inesperado. É bom para reflexão, além de sugerir muitas opções para o final da trama.

DIREÇÃO: Nicole Garcia ROTEIRO: Jacques Fieschi, Nicole Garcia ELENCO: Pierre Rochefort, Louise Bourgoin, Dominique Sanda, Déborah François | 2013 (95 min)

 

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NOÉ – NOAH
CLASSIFICAÇÃO: Para se Divertir, Garimpo na Locadora, Épico, Drama, Biografia - 04/04/2014

Todos nós conhecemos o personagem bíblico Noé, que faz parte do nosso imaginário popular. Inclusive, Noé é sempre pintado como benfeitor, por ter resgatado todas as espécies animais, quando Deus, furioso, ordenou que chovesse 40 dias e 40 noites sobre a terra, destruindo a raça humana. O que a gente esquece é que debaixo d’água também ficaram pessoas inocentes, realidade que faz Noé enlouquecer.

Na versão do diretor Darren Aronofsky, também de Cisne Negro, Noé (Russell Crowe) é sim um homem bom. Vive recluso com a família, fugindo dos humanos malvados que destruíram a terra e seus recursos naturais. Noé ouve o chamado de Deus, constrói a arca e embarca nela com sua família.

O que vem depois, a gente já sabe. Cá estamos nós, destruímos tudo de novo. Mas isso não vem ao caso. Nesta mega produção, Aronofsky é didático para quem esqueceu a história, fala de Adão e Eva, do fruto proibido, dos seus descendentes e faz um filme bem popular, cheio de efeitos digitais. Ou seja, tem mais cara de uma aventura ficcional, do que de épico religioso. O que também é válido, mas vá sabendo disso e não espere que a fidelidade ao contexto bíblico seja o mais importante.

Tive a impressão de que, na tentativa de tornar o filme um campeão de bilheteria, o diretor se permitiu várias licenças poéticas e criou conflitos humanos entre pai e filho, marido e esposa. Humanizou o filme, explorando as personagens de Jennifer Connelly e Emma Watson. Noé entra em crise, de homem bondoso passa a ser extremista, acha-se no direito de bancar Deus, a ponto de comprometer seus descendentes. Isso não está na Bíblia. Portanto, tenha em mente que o céu é o limite na criatividade, o que seria suficiente para os países muçulmanos que baniram sua exibição, porque não aceitam representação de profetas na arte, não se preocupassem tanto assim com o filme.

 

DIREÇÃO: Darren Aronofsky ROTEIRO: Darren Aronofsky, Ari Handel ELENCO: Russel Crowe, Ray Winstone, Jennifer Connelly, Emma Watson, Anthony Hopkins, Logan Lerman, Douglas Booth | EUA, 2014 (138 min)

 

 

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LAWRENCE DA ARÁBIA – Lawrence of Arabia
CLASSIFICAÇÃO: Para Rever, Para Entender o Nosso Mundo, Inglaterra, Épico, Biografia - 15/04/2012

DIREÇÃO: David Lean

ROTEIRO: T.E. Lawrence, Robert Bolt

ELENCO: Peter O’Toole, Alec Guinness, Antony Quinn, Jack Hawkins, Omar Sharif, Anthony Quayle, Claude Rains

Inglaterra, 1962  (216 min)

Guardadas as devidas proporções – que fique bem claro – O Príncipe do Deserto me inspirou a rever o grande clássico Lawrence da Arábia. Esse sim, um épico, com quase quatro horas de duração, vendedor de 7 Oscar e uma paisagem do deserto como poucos filmes conseguiram fazer. Ou nenhum.

Também diretor de filmes como Dr. Jivago e Passagem para a Índia, David Lean constrói um retrato impecável da península arábica durante a Primeira Guerra Mundial, contando a história do oficial britânico que, cansado de executar tarefas no confortável e generoso escritório no Cairo, pede para atuar no campo. E, já naquele começo de século, atuar no campo no Oriente Médio era envolver-se num barril de pólvora. De um lado, as inúmeras tribos árabes rivais, violentas e ditatoriais por definição, disputavam terras e poder na península; de outro, os turcos que invadiam seus territórios, dominavam cidades e abriam caminho para anexá-los ao já enorme Império Otomano. Lawrence entra justamente nesse momento, em que os ingleses não queriam lutar contra os turcos, pois já combatiam na Europa, mas não desejavam o poder deles em uma região tão estratégica; e em que os árabes precisavam lutar contra um inimigo comum, e para isso precisavam colocar de lado seus interesses próprios e richas históricas.

Lawrence da Arábia ganha identidade árabe, agindo como conciliador e estrategista inglês para combater os turcos, graças à sua crença na revolta árabe e profundo conhecimento geográfico da região. Independente de sua controversa postura (que o filme não deixa claro, apenas sugere que tem dúvidas, inseguranças, que questiona sua missão em alguns momentos), é um fator determinante na reconquista da península pelas tribos nativas e sua direta negociação, daquele momento em diante, com os interesses ingleses e ocidentais.

Mesmo se você preferir não entrar nos detalhes dessas questões políticas e dos interesses particulares do Ocidente, fato é que Lawrence da Arábia é um clássico impressionante de cenas de batalhas entre tribos, viagens pelo deserto de fotografia impar. E mais: em se tratando de lutas tribais, de vingança e richas entre líderes, torna filmes como O Príncipe do Deserto algo novelesco e nada mais. Eu já tinha avisado – são propostas diferentes, não tem nem como comparar. Cada um no seu devido lugar.

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O PRÍNCIPE DO DESERTO – Black Gold
CLASSIFICAÇÃO: Para Entender o Nosso Mundo, França, Épico, Aventura - 12/04/2012

DIREÇÃO: Jean-Jacques Annaud

ROTEIRO: Menno Meyhes, Jean-JAcques Annaud

ELENCO: Tahar Rahim, Mark Strong, Antonio Banderas, Frieda Pinto, Riz Ahmed, Jamal Awar, Lotfi Dziri

França, 2011 (130 min)

 

Nos cinemas: 13 de abril

 

Ouro Negro. Teria sido muito melhor manter a tradução literal do título original, que carrega muito mais significado. Ouro Negro é conciso e não cai na mesmice da escolha de palavras como amor, felicidade, príncipe, princesa e principalmente toca no cerne da questão: o choque cultural entre os árabes e o Ocidente, a disputa pelo poder e pela riqueza por causa da descoberta do petróleo no deserto e, é claro, a disputa por território nesse areial sem fim. Não estou dizendo que não há príncipe, nem que ele não seja central. É sim, mas a escolha me deu a sensação de ter tornado o filme propositalmente mais raso e novelesco do que poderia ser um retrato aprofundado e épico das arábias dos anos 1930. História para contar é o que não falta.

O príncipe em questão é Auda (Tahar Rahim, também no ótimo O Profeta). É o filho mais moço do sultão Amar (Mark Strong, também em O Espião que Sabia Demais, Caminho da Liberdade, Robin Hood, Sherlock Holmes, A Jovem Rainha Vitória), que é entregue ainda criança ao vizinho Emir Nassib (Antonio Banderas, também em Vicky Cristina BarcelonaA Pele que Habito). Junto com ele vai seu irmão mais velho e preferido do pai, como garantia de paz na região. Muitos anos se passam, até que uma empresa de exploração de petróleo americana descobre o ouro negro na região antes considerada neutra pelo acordo de paz entre os reinos, gerando disputa financeira, territorial e familiar. Auda casa-se com a filha de Nassib, Leyla (Frieda Pinto, também em Quem Quer Ser um Milionário, Planeta dos Macacos – A Origem, Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos, Miral), mas isso não impede um novo conflito entre os reinos.

Claro, tudo por causa do petróleo. Minha expectativa era um foco um pouco mais elaborado nessa questão financeira, territorial, de exploração propriamente dita e suas consequências. Mas tudo isso vira o pano de fundo para a disputa entre as famílias e para o romance entre Leyla e Auda. Ao fazer essa escolha consciente, o diretor Jean-Jacques Annaud, também do fantástico O Nome da Rosa, onde situa, ilustra e constrói um panorama interessantíssimo e profundo sobre a Idade Média e a antítese conhecimento/Igreja, faz voo raso. Poderia continuar com o toque épico, claro, afinal a produção é muito boa, a locação na Tunísia e Catar incríveis e o elenco afinado. Mas poderia sim ter entrado mais no fato histórico da exploração do petróleo, que alterou completamente a dimensão, a importância e o modo de vida de muitos povos da região. De qualquer maneira, é entretenimento de qualidade. Guardadas as devidas proporções – mas uma coisa conversa com a outra – deu vontade de rever com outros olhos o clássico Lawrence das Arábias. Esse sim, das Arábias.

 

 

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A RAINHA MARGOT – La Reine Margot
CLASSIFICAÇÃO: Para Entender o Nosso Mundo, França, Épico, Drama - 25/03/2012

DIREÇÃO: Patrice Chéreau

ROTEIRO: Danièle Thompson, Alexandre Dumas (livro)

ELENCO: Isabelle Adjani, Daniel Auteuil, Virna Lisi, Jean-Hungues Anglade, Vincent Perez, Dominique Blanc, Pascal Greggory

França, 1994 (154 min)

Noite de São Bartolomeu. Os católicos comemoravam na ruas de Paris a festa do santo, em 23 de agosto de 1572. O que era para ser festivo, terminou em massacre. Foram executados por baixo 30 mil franceses protestantes, os huguenotes, a mando dos reis católicos. É justamente este episódio descrito em A Rainha Margot, filme que venceu o prêmio do júri em Cannes e que conta, em detalhes, a podridão, as intrigas, as traições, os assassinatos em nome do poder e da realeza.

Isabelle Adjani (também em Camille Claudel, Mamute) é Margot, católica, irmã do rei que não manda nada, que é manipulado pela mãe Catherine de Médicis, invejado pelos irmãos mais novos. Na tentativa de por um ponto final no conflito entre católicos e protestantes na França, Catherine obriga a filha a casar-se com Henrique de Navarra, que era justamente protestante. Dias após o casamento, com todos os amigos do noivo em Paris, o massacre estrategicamente programado pelos católicos mata e degola milhares dentro do palácio do Louvre e em toda a cidade.

Figurino, cenário, produção impecáveis. Além da história ser muito boa – e de ser realmente parte da história – A Rainha Margot é um daqueles filmes sangrentos, épicos, com situações inimagináveis de envenenamento dentro da família, matança, fugas e uma Margot insaciável, percorrendo as ruas de Paris atrás de alguém para amar. Bem quando o circo está pegando fogo. Apesar de um pouco longo, é um retrato interessante e muito bem cuidado do que era fazer parte da corte naqueles tempos. Cabeças rolavam, literalmente, todos os dias.

 

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