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Para Rever

O QUE TEM DE BOM NO CINEMA ESCANDINAVO
CLASSIFICAÇÃO: Suécia, Para Rever, Noruega, Lista, Dinamarca - 24/08/2016

Cinema escandinavo está cada vez mais em alta! Aqui vai uma lista com dicas boas, intensas e preciosas. Escolha pelo estado de espírito, porque não são filmes suaves. São dramas fortes, focados no relacionamento humano. Para ler sobre cada um dos filmes, é só clicar no seu nome.

Dos cineastas citados, adoro o trabalho de Susanne Bier – todos imperdíveis (foto acima: Depois do Casamento). Sobre Lars Von Trier e Thomas Vinterberg, vale dizer que são parceiros num projeto bastante interessante. Em 1995, eles se juntaram para fundar o movimento Dogma 95, que estipulou 10 mandamentos para um novo cinema que seria feito a partir dali. Para encaixar-se no padrão, o filme teria que ser rodado no local, sem cenografia, som natural, câmera na mão, sem filtro ou truques fotográficos. Deveria ser em cores, na época atual, vetados os filmes de gênero. Ou seja, naturalista, a vida como ela é, aqui e agora, sem maquiagem. Radical ou não, confesso que gosto. É o avesso do pode-tudo de Hollywood. Um cinema que me dá prazer em assistir.

 

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PEQUENO DICIONÁRIO AMOROSO
CLASSIFICAÇÃO: Para Ver Bem Acompanhado, Para se Divertir, Para Rever, Garimpo na Locadora, Comédia Romântica, Brasil - 04/09/2015

“Mulher é só pra sexo. tendo microondas, lavadora e tv a cabo, não se precisa de ninguém. esse negócio de mulher em casa é para quem gosta de samambaia, tensão pré-menstrual e conversa fiada interrompendo a leitura.”

Esta é uma das falas do divertido Pequeno Dicionário Amoroso. Resgatei o filme com a Andréa Beltrão e o Daniel Dantas jovenzinhos, porque o segundo lança na semana que vem. Já tinha visto, e confesso que adorei rever. Diálogos inteligentes e aquela simpática sequência de filme tantas décadas depois. Lembra a trilogia Antes do Amanhecer, do Pôr-do-Sol e da Meia-Noite, em que a gente acompanha o casal em tempo real, ou seja, os atores na idade real que eles têm, no relacionamento tantos anos depois. Mas isso tudo entra no texto do Pequeno Dicionário 2, pra não ser estraga prazer.

Garimpa na locadora (dá pra ver online também) porque é bem gostoso. Andréa Beltrão (também em Salve GeralA Partilha) é Luiza, uma arquiteta-fotógrafa inquieta e dinâmica, que se apaixona por Gabriel (Daniel Dantas, também em Zuzu AngelGetúlio), um biólogo confuso e pacato. A relação dos dois segue um rumo conhecido: a paixão vira casamento, que vira rotina, que vira alto sem graça, que vira irritação. Amparados pelo discurso de seus amigos (Mônica Torres e Tony Ramos), e pelas previsões engraçadas e pilantras da ex-mulher de Gabriel, Bel (Glória Pires, também em A PartilhaFlores Raras, É Proibido Fumar), a relação de Luiza e Gabriel vai sendo narrada por palavras que poderiam compor o tal dicionário amoroso.

Entre os clichês que permeiam os comportamentos feminino e masculino (que não deixam de ser muito verdadeiros e divertidos), há ótimas tiradas, uma liga incrível entre Dantas e Andréa, mesmo quando a relação já não estava lá grande coisa. Ator bom é assim, até nos desencontros consegue transmitir empatia na tela.

DIREÇÃO: Sandra Werneck ROTEIRO: Paulo Halm, José Roberto Torero ELENCO: Andréa Beltrão, Daniel Dantas, Tony Ramos, Mônica Torres, Gloria Pires, José Wilker | (91 min, 1997)


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A NOITE AMERICANA – FRANÇOIS TRUFFAUT
CLASSIFICAÇÃO: Para Rever, França, Especiais - 27/04/2015

Ao pesquisar sobre filmes que tratam sobre o próprio cinema em seu roteiro, é possível que o leitor encontre curiosos resultados sobre essa modalidade. No entanto, em sua maioria, filmes recentes acabaram abordando o tema de maneira passageira e superficial. Nenhuma obra cinematográfica aprofundou tanto no assunto quanto A Noite Americana, de François Truffaut.

O filme emociona qualquer amante da 7ª arte, pelo realismo captado pelo genial diretor francês. Truffaut, que também trabalha como ator neste e em diversas de suas obras, encarna o cineasta Ferrand, às voltas com uma produção grandiosa de nome Je vous presente Pamela, onde intrigas, ciúmes, invejas, imprevistos e problemas com a produção acontecem o tempo inteiro.

O diretor e a atriz principal começam um relacionamento amoroso, mas não levam adiante, já que Julie (Jacqueline Bisset) é comprometida. O ator principal, Alphonse (Jean-Pierre Léaud), ameaça deixar a produção e o produtor revela que o dinheiro acabou. Enquanto tudo isso acontece, a história é filmada. E as etapas de filmagem são vistas sem glamour, o que aproxima o cinéfilo apaixonado.

É quase uma pequena aula de como se fazia cinema analógicamente, com as etapas de produção sendo mostradas o tempo inteiro, tanto nos bastidores quanto em frente às câmeras, durante a ação. O título do filme é inspirado numa técnica de filmagem antiga, onde um filtro é acoplado à câmera e uma imagem noturna pode ser feita de dia. Truffaut aproveita para questionar o cinema “comercial” e o de “arte”, com um texto preciso.

O longa venceu o Oscar de filme estrangeiro, em 1974, além do BAFTA e do Globo de Ouro, dentre outros prêmios, e é considerado um clássico na brilhante carreira do diretor, falecido em 1984. Mesmo com toda a modernidade do cinema atual, ele continua mágico. É uma ode ao cinema, ao desprendimento e à mágica que a telona exerce em todos os seus aficionados.

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CLÁSSICOS DO CINEMARK VOLTA COM FAVORITOS
GREASE - NOS TEMPOS DA BRILHANTINA, com John Travolta e Oliva Newton John, está entre os preferidos do público.
CLASSIFICAÇÃO: Para Rever, Festivais, Estados Unidos - 01/12/2014

O público elegeu quatro filmes que voltam às telonas em dezembro, no festival Clássicos do Cinemark. Os escolhidos, que integram o chamado CLÁSSICOS: OS FAVORITOS, foram:

Pulp Fiction – Tempo de Violência, de Quentin Tarantino (149 minutos) – 610 de dezembro
Dirigido por Quentin Tarantino, o filme abre a última temporada de clássicos de 2014. Vincent Vega (John Travolta) e Jules Winnfield (Samuel L. Jackson) são dois assassinos profissionais que trabalham fazendo cobranças para um poderoso gângster, para quem precisam recuperar uma maleta. Paralelamente, o pugilista Butch Coolidge (Bruce Willis) é pago por Marsellus para perder uma luta, mas não perde. O longa mostra como essas histórias se relacionam, em uma violenta teia.

O Poderoso Chefão, de Francis Ford Coppola (175 minutos) – 1314 17 de dezembro
Dirigido por Francis Ford Coppola e ganhador de três Oscar, o longa conta a história de Don Corleone (Marlon Brando), chefe de uma mafiosa família italiana de Nova York. Ele costuma apadrinhar várias pessoas, realizando importantes favores para elas, em troca de favores futuros. Quando uma família rival resolve levar o tráfico de narcóticos para Nova York, Don Corleone se opõe. A família Corleone passa então a sofrer atentados, e Michael, filho do chefão que há pouco voltou da 2ª Guerra Mundial, decide ajudar o pai a proteger seu legado.

Grease – Nos Tempos da Brilhantina, de (110 minutos) – 20 21 de dezembro
Novamente, os cinemas recebem o longa ambientado na Califórnia, na década de 1950. Danny (John Travolta) e Sandy (Olivia Newton-John) se conhecem nas férias de verão. Trocam juras de amor, mas se separam, pois ela teria de voltar para a Austrália. Entretanto, os planos mudam e Sandy se matricula na escola de Danny. Para fazer gênero, ele esnoba Sandy, mas os dois continuam apaixonados. A trama serve como pano de fundo para retratar o comportamento dos jovens americanos nos anos 50.

Laranja Mecânica, de Stanley Kubrick (136 minutos) – 27 e 28 de dezembro
Escrito e dirigido por Stanley Kubrick, o filme de ficção se passa em um futuro não muito distante. Alex (Malcolm McDowell), violento líder de uma gangue de delinquentes que matam, roubam e estupram, cai nas mãos da polícia. Preso, ele recebe a opção de participar de um programa para reduzir seu tempo na cadeia. Alex vira cobaia de experimentos destinados a conter os impulsos destrutivos do ser humano, mas torna-se impotente para lidar com a violência que o cerca.

PROGRAME-SE: 

ONDE: Cinemark de Aracaju, Barueri, Belo Horizonte, Betim, Brasília, Campinas, Campo Grande, Canoas, Cotia, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Jacareí, Londrina, Manaus, Natal, Niterói, Palmas, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São José dos Campos, Taubaté, Uberlândia e Vitória (veja no site do Cinemark as salas)

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BABEL
CLASSIFICAÇÃO: Para se Emocionar, Para Rever, Garimpo na Locadora, Estados Unidos, Drama - 11/11/2013

Babel é o tipo do filme que sempre traz sensações novas. Por isso, vale a pena rever. Fala de várias vidas que se entrelaçam, que têm nós profundos a serem desatados e que mexem com todo o universo ao redor. Mostra a força do acaso, da fatalidade, mas também das escolhas que fazemos. Tudo, tudo mesmo tem suas consequências.

O cenário do filme se alterna por três pontos do planeta, com diálogos em inglês, francês, espanhol, japonês, árabe – daí a referência do nome, Babel. Ora estamos no Marrocos, ora em Tóquio, ora no México, na fronteira com a Califórnia. O gatilho da trama é um acidente: dois garotos marroquinos brincam com o rifle que o pai acaba de comprar. Um dos tiros atinge um ônibus de turistas, entre eles Richard (Brad Pitt, também em Bastardos Inglórios) e sua mulher Susan (Cate Blanchet), que é ferida. Seus filhos estão em San Diego, com a babá mexicana, Amélia. Por causa do acidente, Amélia tem que ficar mais tempo com as crianças e resolve levá-las para o México, para a festa de casamento de seu filho. Paralelamente a adolescente japonesa surda-muda Cheiko passa por maus bocados no Japão. Não sabe  lidar com o suicídio de sua mãe e com suas frustrações sexuais, apesar dos esforços do pai (Kôji Yakusho) para ajudá-la. E é em Tóquio que o círculo se fecha, já que o rifle que causa o acidente inicial foi presente do japonês ao marroquino, seu guia em uma temporada de caça.

Aparentemente desconexas, a costura das histórias é feita aos poucos, aumentando a expectativa dos próximos acontecimentos e mostrando a cara desse tecido da vida cuidadosa e maestralmente construído. Susan e Richard nem sabem, mas dependem desse acidente para reinventar a relação e sanar as feridas do passado; Cheiko precisa se encontrar e mostrar sua afetividade para não fazer escolhas que a levem para o mau caminho; Amélia é imigrante ilegal, viaja com o sobrinho (Gael García Bernal, também em Diários de Motocicleta, Amores Brutos) que tem problemas na fronteira americana e coloca a vida dos filhos de Susan em perigo; os  marroquinos sofrem com a questão do terrorismo árabe, retratando a vivência dos povos do deserto, da religião muçulmana e da diferença extrema de estilos de vidas nos três cantos do planeta.

Babel é emocionante e eletrizante. Trata de assuntos como imigração ilegal, auto-afirmação da adolescência, dificuldades do casamento, preconceito, terrorismo, solidão causada pela deficiência física. A amarração é perfeita. Nos tempos das mil e uma mídias, nada mais atual do que mostrar como as vidas se mesclam, sem que consigamos perceber.

Veja também os outros filmes do diretor mexicano Iñárritu: Amores Brutos, 21 Gramas e Biutiful.

 

DIREÇÃO: Alejandro González-Iñárritu  ROTEIRO: Guillermo Arriaga  ELENCO: Cate Blanchett, Brad Pitt, Gael García Bernal, Adriana Barraza, Rinko Kikuchi, Jamie McBride, Kôji Yakusho, Lynsey Beauchamp, Nathan Gamble, Said Tarchani, Mohamed Akhzam, Boubker Ait El Caid, Elle Fanning | 2006

 

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COMPOSITORES BRASILEIROS NA TELONA
CLASSIFICAÇÃO: Para Rever, Lista, Brasil - 07/10/2013

Hoje é dia do compositor brasileiro e o cinema lembra vários deles. Quem mais você gostaria de ver retratado na telona?

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A PARTILHA
CLASSIFICAÇÃO: Para se Emocionar, Para Rever, Garimpo na Locadora, Comédia, Brasil - 25/09/2013

Quem tem irmãs, bem entende o que vou dizer. Aliás, toda vez que revejo este filme, lamento não tê-las. Tropecei novamente com A Partilha, adaptação da peça de Miguel Falabella, por causa de Glória Pires, que recentemente estreiou no belo Flores Raras. E vale cada minuto a cena da praia em que as irmãs, todas tão diferentes, se unem e se divertem cantando e dançando As Frenéticas na praia!

Quem não tem irmã, adota algumas de coração. É o jeito. Quem tem, vai se deliciar ainda mais com as cenas em que a mais velha Lucia (Lília Cabral), a alternativa Regina (Andréa Beltrão), a certinha Selma (Glória Pires) e a intelectual Laura (Paloma Duarte) têm que se encontrar para resolver a partilha de bens. A mãe morre e deixa no apartamento, onde grande parte do filme acontece, os pertences que vão fazer as irmãs viajar no tempo, rever seus relacionamentos, lavar muita roupa suja, jogar as cartas na mesa e descobrir que, apesar dos pesares, são uma família. Até o jogo de chá de bonecas trás lembranças e muitas risadas. Entre tapas e beijos, elas se divertem, brigam e resgatam o que têm em comum.

Delicioso de ver, A Partilha é um daqueles filmes despretensiosos, mas que acertam na mosca na dose de emoção e humor. Mesmo sem irmãs, não há como não se identificar com lembranças. Nem que seja para substitui-las por primas ou irmãs adotivas. Juntar-se com quem dividiu parte das histórias do passado é sempre um presente. Ainda mais ao som de Dancin’ Days!

 

DIREÇÃO: Daniel Filho ROTEIRO: Daniel Filho, Miguel Falabella, João Emanuel Carneiro, Mark Haskell Smith ELENCO: Glória Pires, Lília Cabral, Andréa Beltrão, Paloma Duarte, Maitê Proença, Miguel Falabella, Marcello Antony, Guta Stresser | 2001 (93 min)

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JACK NICHOLSON FORA DA TELONA?
Jack Nicholson e Diane Keaton em ALGUÉM TEM QUE CEDER. Uma comédia romântica divertidíssima, das boas que existem por aí.
CLASSIFICAÇÃO: Para Rever, Notícias, Biografia - 05/09/2013

Há rumores no ar dizendo que Jack Nicholson se aposentaria, aos 76 anos, por problemas de memória. Fica difícil atuar desta maneira e o cinema pode perder um grande ator. Será? Particularmente adoro Nicholson e ainda faltam alguns bons filmes para inserir aqui no blog, como Hoffa – Um Homem, Uma Lenda e Ironweed, que precisam ser revistos.

Mas há filmes memoráveis já publicados no Cine Garimpo, que valem ser revisitados, em grande parte pelo talento coringa (e isso não é um trocadilho com seu papel em Batman): consegue ser aterrorizante em O Iluminado, engraçado em Melhor é Impossível e romântico-atrapalhado em Alguém tem que Ceder e Laços de Ternura. Antes de Partir também rende boas gargalhadas e aqui a amizade é que é prestigiada. E não poderia faltar Um Estranho no Ninho, em que Nicholson tem uma atuação espetacular. Filmes que valem ser revistos.

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SEVEN – SETE PECADOS CAPITAIS – Seven
CLASSIFICAÇÃO: Suspense, Para Rever, Garimpo na Locadora, Estados Unidos - 01/08/2013

Para quem não se lembra – ou anda preocupado com o assunto – os sete pecados capitais são: gula, preguiça, vaidade, inveja, luxúria, cobiça, ira. O que pode parecer comum a qualquer mortal que peca naturalmente, não é aos olhos de um psicopata, que se considera justiceiro.

Óbvio, mas nem tanto. Quando os crimes começam a acontecer, indícios apontam para um serial killer que segue a lógica dos pecados: entope a primeira vítima de comida e a mata por causa da gula, e assim por diante (não vou descrever as cenas dos crimes, porque aqui está a grande originialidade do filme). Se fosse tão óbvio assim, o criminoso não teria chegado na reta final. Seven segue num compasso alucinado. Os investigadores e nós sabemos qual será o mote do próximo crime. Mas impedir que ele ocorra é que é a grande questão.

O ritmo construído e mantido pelo diretor David Fincher (A Rede Social, Millennium – O Homem que Não Amava as Mulheres) é a chave do suspense. Permeado pela disputa entre os dois detetives, o experiente William Somerset, que está prestes a se aposentar, e o novato e cheio de energia David Mills, para quem a solução dos crimes passa a ser uma questão de honra, acabam tendo que se unir para não virarem vítimas. Numa parceria entre gigantes como Morgan Freeman (Invictus, Batman – O Cavaleiro das TrevasRessurge, Antes de Partir, Oblivion, Truque de Mestre, Um Sonho de Liberdade, Conduzindo Miss Daisy) e Brad Pitt (Guerra Mudial Z, Babel, Onze Homens e um Segredo, Bastardos Inglórios, O Homem que Mudou o Jogo), Seven gera suspense até o final.

E atenção: encontrar o assassino não basta para desvendar o caso. Além da engenhosidade do entrelace dos pecados e do modus operandi das mortes, das ótimas performances (inclusive da esposa de David Mills na pele de Gwyneth Paltrow), vale rever pelo sorriso de pura crueldade do serial killer. De novo, Kevin Spacey (Beleza Americana, Quero Matar Meu Chefe, Margin Call – O Dia Antes do Fim) dá um show. Mesmo sendo bem breve.

DIREÇÃO: David Fincher ROTEIRO: Andrew Kevin Walker ELENCO: Brad Pitt, Morgan Freeman, Gwyneth Paltrow, Kevin Spacey | 1995 (127 min)

 

 

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UM LUGAR CHAMADO NOTTING HILL – Notting Hill
CLASSIFICAÇÃO: Para Ver Bem Acompanhado, Para Rever, Inglaterra, Comédia Romântica - 26/07/2013

notting hillDIREÇÃO: Roger Michell

ROTEIRO: Richard Curtis

ELENCO: Hugh Grant, Julia Roberts, Richard McCabe, Rhys Ifans

Inglaterra, 1999 (124 min)

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Mesmo sendo uma variação do mesmo tema (e como ele se repete, na realidade e na ficção), a comédia romântica pode ser muito boa. Apesar de ter muita porcaria e apelação, sempre volto naquelas que são simples, originais, divertidas e realmente românticas. Fazem jus ao gênero.

Um Lugar Chamado Notting Hill traz tudo isso junto e ainda a graça e a boa liga entre os atores. Julia Roberts (também em Onze Homens e Um Segredo, Doze Homens e Outro Segredo, Larry Crowne – O Amor Está de Volta, Comer, Rezar, Amar, Closer – Perto Demais), a eterna “linda mulher”, faz o papel dela mesma: ela é Anna Scott, uma atriz famosa e rica, cercada pelo glamour e pelos jornalistas, sempre loucos atrás de uma fofoca. O ator inglês Hugh Grant é William Thacker, um sujeito comum que mora no charmoso bairro de Notting Hill em Londres, é dono de uma livraria, vive rodeado por seus amigos e familiares e dá um duro danado para pagar as contas no fim do mês.

Parece lugar comum, mas não é. Tem bom texto, sutilezas e um humor de fato agradável, gostoso de acompanhar. Sem aquela coisa da apelação do sexo que em algumas produções, parece ser a salvação da lavoura. Veja bem acompanhado, porque vale a pena. Não é mesmo para ser muito elaborado, senão pertenceria à outra categoria. Mas tem uma roteiro amarrado e um texto inteligente. E uma história muito bacana pra contar!

 

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