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Para Ver Bem Acompanhado

LA LA LAND: CANTANDO ESTAÇÕES – La La Land
CLASSIFICAÇÃO: Vale seu Ingresso de Cinema, Para Ver Bem Acompanhado, Para se Emocionar, Para se Divertir, Musical, Estados Unidos, Comédia Romântica - 13/01/2017

Emma Stone disse bem quando foi receber seu Globo de Ouro pela atuação perfeita na pele da linda Mia: La La Land: Cantando Estações é para sonhadores. Mereceu ganhar os sete Globos de Ouro, vai emplacar vários prêmios das 11 indicações ao Bafta, o Oscar inglês, e vamos já nos preparando para o Oscar, que também vai bombar.

Mais do que uma linda história de amor, o filme do jovem Damien Chazelle, também do ótimo Whiplash – Em Busca da Perfeição, é sobre as escolhas da vida. Sobre escolher, relacionar-se com o outro e lidar com as expectativas. E com as escolhas que mudam, claro. Estamos em constante transformação e saber disso e escolher de novo é um presente. Mesmo que seja escolher a mesma coisa. Não importa. O que conta é caminhar.

E cantar. Com a linda, romântica e singela canção City of Stars – que você sairá cantarolando do cinema, como todos fazem – encanta, embala e nos convida a sonhar, junto com Mia e Sebastian, Emma Stone (também em O Homem Irracional, Magia ao Luar) e Ryan Gosling (Amor a Toda Prova, Drive). Juntos também no filme Amor a Toda Prova, agora eles são o casal mais simpático que possa ser existir no cinema.

 

DIREÇÃO e ROTEIRO: Damein Chazelle ELENCO: Emma Stone, Ryan Gosling, J.K. Simmons | 2017 (128 min)

 

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O AMOR NO DIVÃ
CLASSIFICAÇÃO: Para Ver Bem Acompanhado, Para se Divertir, Garimpo na Locadora, Comédia Romântica, Brasil - 15/12/2016

Já teve filme chamado Um Divã para Dois, com Meryl Streep e Tommy Lee Jones, e as crises de um casal na terceira idade; Divã a 2, sobre a crise de um casal jovem, com filho pequeno; e agora, O Amor no Divã, sobre as duas situações ao mesmo tempo. Enquanto o casal jovem busca a terapia pra tentar resgatar a sintonia, a própria terapeuta passa por uma crise e veste a carapuça em seus próprios aconselhamentos.

Sem trazer nada de muito novo, tem uma graça na liga dos casais. Malka (Zezé Polessa) está casada há 30 anos com José (Daniel Dantas), que se aposenta e atrapalha a rotina do casal, já tão acostumado com o ritmo de vida. Enquanto enfrenta isso, Malka atende o jovem casal Roberta e Miguel (Fernanda Paes Leme e Paulo Vilhena), que precisa encontrar um eixo comum entre a rigidez e a leveza, a ambição profissional e o comodismo. Enquanto as conversas e sessões acontecem, os casais vão se desafiando.

Tem um tom teatral por causa dos cenários; aliás, ficaria bem no palco. Claro que foi pensado pra causar empatia com o público, porque os problemas normalmente se repetem. Mas é leve e pode ser divertido, inclusive com depoimentos de alguns casais entre uma sessão e outra. Eu diria até que, mais do que divã, parece mesmo uma comédia romântica.

 

DIREÇÃO: Alexandre Reinecke ROTEIRO: Juliana Rosenthal K. ELENCO: Fernanda Paes Leme, Zezé Polessa, Daniel Dantas, Paulo Vilhena| 2016 (min)

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O PLANO DE MAGGIE – Maggie’s Plan
CLASSIFICAÇÃO: Para Ver Bem Acompanhado, Para se Divertir, Garimpo na Locadora, Estados Unidos, Drama, Comédia Romântica - 15/11/2016

Filme independente é aquele produzido longe dos holofotes e grandes orçamentos dos importantes estúdios de Hollywood. Basicamente é isso, mas vai além. Fazendo um comentário sobre O Plano de Maggie, me peguei nessa sinuca. A explicação tem que ir além do eixo que inclui dinheiro, influência e estúdios famosos, porque é ela a alma desse perfil de produção. Essencialmente, é um filme que têm visão independente; que prima pela diversidade, inovação e ineditismo. E, sem o rabo preso, acabam trazendo pra tela um olhar único, muitas vezes cotidiano, singelo sem ser raso, que causa imediata simpatia e identificação. E atraindo novos talentos na direção e atuação que, é evidente, enriquecem com novas histórias e experiências de vida.

Dito isso, chegamos em O Plano de Maggie. É um exemplo perfeito: não tem nada de especial no enredo, conta uma história até bem improvável, mas faz rir, emociona, entretém e nos presenteia com um texto inteligente e um elenco de primeiríssima – que causa empatia imediata. Sou fã desse tipo de cinema – ele tem preocupações diferentes, muitas vezes falam de pessoas comuns, temas universais de relacionamento e conflitos existenciais e trazem uma outra estética. É quase uma paródia da vida-como-ela-é.

Se você viu Pequena Miss Sunshine, de Jonathan Dayton e Valerie Faris, entende o que eu estou falando. Nessa prateleira está também a trilogia Antes do Amanhecer, Antes do Pôr-do-Sol, Antes da Meia-Noite, de Richard Linklater; O Amor é Estranho, de Ira Sachs, Frances Ha e Enquanto Somos Jovens, de Noah Baumbach, ou À Procura do Amor (Enough Said), de Nicole Holofcener. Só pra citar alguns e já deixar bem claro qual é o clima de O Plano de Maggie.

Ethan Hawke, Julianne Moore e Grega Gerwig dominam a seguinte cena. Greta é Maggie, uma nova-iorquina resolvida, profissional respeitada, que vive tranquila aos 40 mas ainda quer ser mãe. Resolve fazer produção independente, mas acaba se apaixonando por um homem casado, que está com o casamento em crise e se separa da mulher controladora para ficar com Maggie. Tudo entra na rotina no novo, o trio tem que lidar com os todos os filhos, e Maggie acha por bem devolver o marido para a ex-mulher, Georgette. Parece comédia da vida privada – e, aqui, não se trata de investir na verossimilhança. Trata-se de de se deixar levar pela comédia e pelo drama, e pelas emoções tão universais que vão sendo pinceladas no decorrer da narrativa. Toda vez que vejo um filme assim, saio revigorada. É como se a alma criativa e genuína – sem que para isso precise ser chato! – tivesse uma porta aberta, escancarada para sair.

DIREÇÃO: Rebecca Miller ROTEIRO: Rebecca Miller, Karen Rinaldi ELENCO: Greta Gerwig, Ethan Hawke, Julianne Moore, Maya Rudolph | 2015 (98 min)

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A CORTE – L’Hermine
CLASSIFICAÇÃO: Para Ver Bem Acompanhado, Garimpo na Locadora, França, Drama, Comédia Romântica - 04/11/2016

Fabrice Luchini é um juiz, duro e sisudo, que prima não por julgar o réu, mas por cumprir o que a lei manda. Rígido, é pego num momento frágil: está gripado, recém-divorciado, falam mal dele pelas costas no tribunal. Entra em cena para julgar um caso, diz a que veio, dá as regras do jogo e não tem pra ninguém. Até que sua rigidez e certezas caem por terra quando avista uma das juradas: Ditte (Sidse Babett Knudsen, a atriz sueca de Depois do Casamento), por quem um dia ele se apaixonou.

O pano de fundo é o tribunal, mas o conflito é do coração. Mantendo as hierarquias e cerimônias desse ambiente, Luchini (também em As Mulheres do 6º Andar e Dentro da Casa), Ditte vai amolecendo a cena, vamos conhecendo sua história e sutilmente – e sem qualquer prentesão (adoro isso!), o estranhamento se transforma em algo a mais. Quase que um encaixe. A rigidez vai se derretendo num texto delicioso e numa troca de olhares que prescinde de diálogo, muitas vezes. Final aberto nem sempre é fácil, nem desejável. Mas quando feito com delicadeza, ainda melhor.

 

DIREÇÃO e ROTEIRO: Christian Vincent ELENCO: Fabrice Luchini, Sidse Babett Knudsen, Eva Lallier | 2015 (98 min)

 

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O BEBÊ DE BRIDGET JONES – Bridget Jones’s Baby
CLASSIFICAÇÃO: Para Ver Bem Acompanhado, Para se Divertir, Garimpo na Locadora, Estados Unidos, Comédia Romântica, Comédia - 29/09/2016

Renée Zelleweger apareceu bem estranha há uns dois anos – nem parecia ela nas fotos, de tanta interferência estética. Muito menos parecia a Bridget Jones dos dois filmes anteriores – o primeiro bem melhor que o segundo. O bom é que, agora, tudo parece normal: Renée está de volta à antiga fisionomia, a diretora Sharon Maguire, responsável por O Diário de Bridget Jones, volta pilotando também este terceiro filme e temos, novamente, um filme gostoso de ver – como manda o gênero comédia-romântica.

Atrapalhada e confusa, Bridget continua solteira. Aos 40 e tantos, já não sonha em ser mãe, investe na carreira e parece que está tudo resolvido e seguindo o curso natural depois de relacionamentos frustrados. Até que ela engravida e não sabe de quem é o bebê: de seu antigo amor Mark (Colin Firth, também de O Discurso do Rei) ou do charmoso Jack (Patrick Dempsey), que ela acaba de conhecer.

Divertido e com personagens leves e carismáticos, O Bebê de Bridget Jones tem o tom certo do filme que pretende divertir, sem apelar, reconciliando a quarentona com o amor e dando um toque de romantismo sem melodrama. Boa dica pra ver bem acompanhado e dar boas risadas.

 

DIREÇÃO: Sharon Maguire ROTEIRO: Helen Fielding, Dan Mazer ELENCO: Renée Zellweger, Colin Firth, Patrick Dempsey, Emma Thompson, Gemma Jones, Jim Broadbent | 2016 (123 min)

 

 

 

 

 

 

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DE ONDE EU TE VEJO
CLASSIFICAÇÃO: Para Ver Bem Acompanhado, Garimpo na Locadora, Comédia Romântica, Brasil - 15/09/2016

Escrevo no dia em que Domingos Montagner se despediu. Assisti já há algum tempo, fiquei com o filme na lembrança. Casados há vinte anos, Ana Lúcia e Fabio resolvem se separar. Ela resolve. Ele não quer. Ela diz que tem mania de querer novidade, que o fim é sempre o começo de algo, que não dá pra querer sempre a mesma coisa. Ele diz que não, que mudou muito durante o tempo, mas que continua igual. Que funciona, que a vida segue em mudança contínua e que é preciso olhar para o que foi construído.

Os personagens de Denise Fraga e Montagner se separam, mas continuam a viver perto: se veem da janela do apartamento, enquanto pensam como mudaram e como continuam iguais. Na essência. O resto, é bom que mude mesmo, alimenta o casamento. Singelo e verdadeiro, fala da crise das fases que pedem transformação. Depois de refletir, Ana Lúcia percebe que “as histórias infelizes é que são todas iguais; as felizes não, são felizes cada uma à sua maneira”. E é aí que mora a beleza do relacionamento.

Grande perda. Além de De Onde Eu Te Vejo, Montagner filmou também Um Namorado para Minha Mulher, com Ingrid Guimarães e Caco Ciocler, ainda em cartaz, Vidas Partidas e Gonzaga, De Pai pra Filho.

 

DIREÇÃO: Luiz Villaça ROTEIRO: Rafael Gomes, Leonardo Moreira ELENCO: Denise Fraga, Domingos Montagner, Manoela Aliperti, Marisa Orth | 2016

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LOLO – O FILHO DA MINHA NAMORADA – Lolo
CLASSIFICAÇÃO: Para Ver Bem Acompanhado, Para se Divertir, Garimpo na Locadora, França, Comédia Romântica - 26/08/2016

Adoro o trabalho de Julie Delpy, ainda mais quando é multiplicado por três. Em Lolo: O Filho da Minha Namorada, é ela que escreve o roteiro, atua como protagonista e dirige. Multitarefa, mega competente.

Seus filmes têm uma pegada de realidade superinteressante do ponto de vista da mulher e dos relacionamentos. Melhor de todos é a trilogia Antes do Amanhecer, Antes do Pôr-do-Sol e Antes da Meia-Noite. Sempre tenho a impressão de que ela faz o papel dela mesmo, de que é autobiográfico, de que fala a língua (afiada!) das mulheres comuns, de que todo mundo se identifica com seus questionamentos (que são muitos)! E o mais legal 3 é que tem humor e a gente se diverte – praticamente, rindo de nós mesmas.

Lolo é quase uma caricatura do garoto-mimado-que-pertuba-o-namorado-da-mãe. Aqui, Julie é Violette, uma executiva do mundo da moda, divorciada e sem namorado, que não consegue engatar em nenhum relacionamento duradouro. Engraçada e espirituosa, tem uma melhor amiga também divertida, feita pela ótima Karin Viard (também em Lulu, Nua e Crua, A Família Bélier), que a acompanha nesse novo caso amoroso complexo.

Mas quem faz ser complexo é Lolo, filho de Violette. Jovem arrogante e dissimulado, apronta tudo que pode pra destruir o novo namorado da mãe e continuar sendo o único homem da sua vida. Bem divertido, bem gostoso de ver. Cinema de qualidade e inteligente, sem que para isso precise ser chato.

DIREÇÃO e ROTEIRO: Julie Delpy ELENCO: Julie Delpy, Dany Boon, Vincent Lacoste, Karin Viard | 2015 (99 min)

 

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COMO EU ERA ANTES DE VOCÊ – Me Before You
CLASSIFICAÇÃO: Romance, Para Ver Bem Acompanhado, Garimpo na Locadora, Estados Unidos, Comédia Romântica - 16/06/2016

Jojo Moyes roteiriza seu próprio livro e acerta no tom. Lembrei logo de A Culpa é das Estrelas – também uma adaptação para os cinemas de um livro de sucesso, também um conjunto de emoções. Moyes é autora de mais de uma dezena de livros que falam de amor e relacionamento. Lembrei porque os dois roteiros são construídos com base no equilíbrio entre três pilares: romance, drama e humor. Imbatível, não?

E é mesmo. Teve muita gente que saiu do cinema disfarçando as lágrimas. Quem acompanha a série Game of Thrones vai reconhecer a protagonista Emilia Clarke, uma jovem garçonete inglesa, que vê a vida sempre pelo lado positivo, segura a onda financeira da família e tem um estilo próprio de se vestir – com cores e combinações bem originais. Perde o emprego e vai trabalhar como acompanhante de um belo e rico rapaz (Sam Clafin, também em Simplesmente Acontece), que ficou tetraplégico e perdeu a vontade de viver.

Claro que vem à mente o belo filme francês Intocáveis, em que o ator Omar Sy toma conta de um deficiente e devolve a ele a vontade de rir e sorrir. O drama é inevitável, mas, nos três filmes, o que fica mesmo é a emoção das relações que se constroem no improvável, se firmam na incerteza e transformam todos ao redor. Como Eu Era Antes de Você tem tudo pra fazer você rir e chorar. Pode se preparar!

 

DIREÇÃO: Thea Sharrock ROTEIRO: Jojo Moyes ELENCO: Emilia Clarke, Sam Claflin, Janet McTeer, Charles Dance | 2016 (110 min)

 

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CASAMENTO GREGO 2 – My Big Greek Fat Weeding 2
CLASSIFICAÇÃO: Para Ver Bem Acompanhado, Para se Divertir, Garimpo na Locadora, Estados Unidos, Comédia Romântica - 28/03/2016

Quem não viu o primeiro, aproveita pra ver (disponível na Netflix). É daquelas comédias românticas engraçadas e despretensiosas, bem gostosas de assistir. E tudo bem que está cheio de clichês do tipo gregos-casam-com-gregos, família-anda-sempre-junta e tudo mais que gira em torno das tradições familiares. Mas isso não incomoda porque também se encaixa na realidade de outras nacionalidades e só faz aproximar o público ainda mais dessa família grega e causar uma sensação de grande intimidade.

No primeiro filme de 2002, o patriarca da família Portokalos não se conforma que sua filha Toula (Nia Vardalos) continua solteira aos 30 anos. Seu sonho é vê-la casada com um grego, para seguir as tradições. Mas Toula quer algo mais do que passar a vida trabalhando no restaurante – grego – do pai. Acaba se apaixonando pelo inglês Ian Miller (John Corbett) e as situações divertidas acontecem por causa das diferenças culturais. O roteiro é assinado pela própria atriz Nia Vardalos, também responsável pela sequência – que reúne, felizmente, o mesmo elenco.

Agora o tempo passou, foram 14 anos. Toula e Ian têm uma filha adolescente, Paris, que continua “sofrendo” o mesmo tipo de pressão: precisa casar com um grego, pelo amor do seu avô e “sobrevivência” das tradições gregas. É divertida e o casamento agora é por conta de outro membro da família. Tudo previsível, claro, mas quando assisto às comédias apelativas e chatas que aparecem no cinema, fico pensando como é gostoso poder dar realmente risada de situações simples e cotidianas.

 

DIREÇÃO: Kirk Jones ROTEIRO: Nia Vardalos ELENCO: Nia Vardalos, John Corbett, Michael Constantine, Lainie Kazan, Andrea Martin, Gia Carides, Elena Kampouris | 2016 (94 min)

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BROOKLIN
CLASSIFICAÇÃO: Romance, Para Ver Bem Acompanhado, Para se Emocionar, Irlanda, Inglaterra, Garimpo na Locadora, Drama - 12/02/2016

Brooklyn me lembrou o filme com Marion Cotillard, Era Uma Vez Em Nova York. Também sobre uma moça (aqui polonesa, nos anos 1920) que migra pros Estados Unidos em busca de uma vida melhor. Mas o ambiente é mais pesado, a realidade mais dura. A personagem Ellis em Brooklyn vive nos anos 1950, sai da Irlanda pra tentar a vida e, apesar das diferenças e de sentir falta da Irlanda, encontra um país próspero, gente amigável e um futuro bem possível pela frente.

Brooklyn tem esse tom mais leve, muito mais centrado na adaptação da jovem ao modo de vida americano do que nas dificuldades de mudar de país – vamos combinar que o que Ellis encontra é quase um mar de rosas, rodeado de gente boa e solícita. Portanto, está mais pra romance do que pra drama.

O que não tira o mérito do filme – concorre em três categorias: melhor filme, roteiro adaptado e atriz. Saoirse Ronan está perfeita (quem gosta, como eu, do sotaque britânico, vai adorar!), a ambientação da época é linda, o filme tem bom ritmo, boas atuações (adoro Domhnall Gleeson, também em Questão de Tempo e O Regresso), e uma ótima história de amor. Muita coisa acha que é o melhor filme, mas é delicioso de ver e merece ser visto bem acompanhado.

DIREÇÃO: John Crowley ROTEIRO: Nick Hornby, Colm Tóibín ELENCO: Saoirse Ronan, Emory Cohen, Domhnall Gleeson | 2015 (111 min)

 

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