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REINO ESCONDIDO – Epic
CLASSIFICAÇÃO: Para Ver em Família, Estados Unidos, Animação - 17/05/2013

DIREÇÃO: Chris Wedgereino escondido2

ROTEIRO: Tom J. Astle, Matt Ember

ELENCO: Amanda Seyfried, Beyoncé Knowles, Josh Hutcherson

Estados Unidos, 2013 (102 min)

 

Nos cinemas: 17 de maio

 

Divertida e colorida a nova animação em cartaz. Reino Escondido conta a história de seres minúsculos que vivem na floresta e são observados constantemente por um cientista maluco, uma espécie de professor Pardal, que faz invenções mirabolantes na tentativa de provar a todos que sua teoria está certa: de que existe uma vida secreta na floresta.

Isso tem muita graça, no sentido de ser gracioso e engraçado. Mesmo porque, a protagonista é a filha do cientista, a garota Mary, que perdeu a mãe, não consegue atrair a atenção desse pai maluco e acaba se envolvendo na luta dos homens-folha, os protetores da floresta, contra as forças do mal. E o mal, aqui, é um sujeito recalcado, que quer destruir a floresta e reinar sozinho no território cinza que um dia foi exuberante.

Reino Escondido é bonito em 3D, pela dimensão da natureza. Tem também o aspecto da família, da relação entre pai e filha, que sempre gera empatia e leva o público para dentro da cena. Num trabalho de aceitação das coisas e gênios como eles são, o filme é bem cuidado e ideal para ver em família.

UMA LADRA SEM LIMITES – Identity Thief
CLASSIFICAÇÃO: Para se Divertir, Estados Unidos, Comédia - 11/05/2013

ladra sem limitesDIREÇÃO: Seth Gordon

ROTEIRO: Craig Mazin, Jerry Eeten

ELENCO: Jason Bateman, Melissa McCarthy, Amanda Peet, Jon Favreau

Estados Unidos, 2013 (111 min)

Implico um pouco com a tradução dos títulos originais. Talvez seja pelo ofício de anos e por saber que nem tudo pode ser traduzido literalmente. Em inglês, a ladra Diana é uma ‘ladra de identidades’ – o que é mais bacana e tem tudo a ver com o filme.

Além de estar carregado de significado – muito embora este filme não exija interpretações, nem a mais rasa – o fato é que a personagem da engraçada Melissa McCarthy (também em Missão Madrinha de Casamento) clona a identidade das pessoas. Com isso, se esbalda fazendo mil compras até o cartão de crédito estourar, para então encontrar outra vítima, e assim sucessivamente.

Esse é o grande mote da comédia, porque além de roubar o social security e número do cartão de crédito, Diana realmente assume a identidade da pessoa. Principalmente quando passa a usar feito uma louca os créditos de um executivo chamado Sandy. Homem com nome de mulher, perfeito para uma ladra esperta e sem escrúpulos.

Diana assume a identidade de Sandy (Jason Bateman, também em Quero Matar Meu Chefe, Amor Sem Escalas, Juno) e estoura o limite de seu cartão. Sandy, por sua vez, é casado, tem duas filhas e acaba de ser promovido. Pelo menos pensa que sim, até saber que seu nome está sujo no mercado e isso pode levar suas finanças para o brejo. Sem opção, vai para a Flórida tentar achar a tal da ladra e a história se desenrola a partir daqui.

O road movie tem a pretensão de fazer rir e até tem alguns momentos-pastelões divertidos. Não tem lá um humor inteligente ou criativo, mas pelo menos não apela, nem faz humor de mau gosto. Mas não dá para negar que o riso correu mais solto em Quero Matar Meu Chefe, do mesmo diretor Seth Gordon. Seria injusto dizer o contrário e difícil para o diretor repetir a dose – mesmo com Melissa McCarthy no comando.

 

HOMEM DE FERRO 3 – Iron Man 3
CLASSIFICAÇÃO: Para se Divertir, Estados Unidos, Aventura, Ação - 26/04/2013

homem de ferro 3DIREÇÃO: Shane Black

ROTEIRO: Shane Black, Drew Pearce

ELENCO: Roberto Downey  Jr., Gwyneth Paltrow, Guy Pearce, Rebecca Hall, Ben Kingsley, Don Cheadle

Estados Unidos, 2013

Quando assisti ao terceiro filme da série de Christopher Nolan, Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge, disse a mesma coisa que vou dizer agora. Gostei muito, mas faltou voltar ao começo. Claro que quem for ao cinema conferir as novas armaduras e desafios de Tony Stark em Homem de Ferro 3, sem ter assistido aos dois filmes anteriores, vai se divertir. Não tenho dúvida. Mas pode se sentir um peixe fora d’água quando os outros espectadores derem risada sobre alguns sutis detalhes, em que você não viu graça. As referências são inevitáveis e encare isso como uma convite para ver os outros dois em casa. Eu fiz isso e confesso que adorei!

Claro, tudo é uma questão de contexto. Embora este terceiro filme não seja mais dirigido por Jonh Favreau (ele continua sendo o fiel guarda-costas de Stark), é claramente uma sequência. E muito bem conduzida. O diretor Shane Black (também de Máquina Mortífera) acerta na continuidade do tom, imprime humor fino principalmente no personagem do ótimo ator Robert Downey Jr. que tem que derrotar o tão temido terrorista Mandarin e fecha (será?) a trilogia da Marvel com chave de ouro.

Falei em humor e reforço. Embora a tecnologia, qualidade da produção, o elenco afinado (Gwyneth Paltrow, Guy Pearce, Rebecca Hall, Ben Kingsley, Don Cheadle) e a criatividade sejam pontos fortes, eu diria que um filme como este, sem um toque refinado no roteiro seria, só mais um filme de ação. Diante de tanta concorrência com filmes vazios de conteúdo e cheios de matança, sangue e aventuras mirabolantes, caprichar nos diálogos é o grande trunfo. Mesmo para quem não é – ou não era – tão fã assim de super-heróis.

Deixo por último a história propriamente do filme. Mesmo porque, acho que ela é secundária mesmo, considerando o peso dos personagens e a qualidade do texto. Tony agora se questiona, não consegue dormir, porque sabe das inimizades óbvias que criou mundo afora. Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) passa, de simples assistente a manda-chuva da empresa. É ela quem decide tudo. Tony Starks pesquisa, aprimora seus inventos e se prepara para a próxima ameaça. Até que ela chega devastadora e ele precisa lugar contra um terrorista daqueles, o Mandarin. O resto, você já pode imaginar. Se não, dê só uma espiada no trailer. Entendeu?

O FUTURO – The Future
CLASSIFICAÇÃO: Para Pensar, Estados Unidos, Drama, Alemanha - 25/04/2013

DIREÇÃO E ROTEIRO: Miranda Julyo futuro1

ELENCO: Miranda July, Hamish Linklater, David Warshofsky

Alemanha, Estados Unidos, 2011 (91 min)

 

Nos cinemas: 26 de abril

 

Assisti a este filme na 35a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Replico aqui meu comentário, já que filme entrará em circuito comercial. E, claro, replico porque vale a pena ver!

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O futuro de ponta-cabeça – gostei do cartaz do filme. Aliás, que futuro? Que perspectiva? Quais são os planos? Nenhum, a não ser adotar um gato. E ao se deparar com essa mudança no futuro próximo, que chega em 30 dias, o casal Sophie (Miranda July, também a diretora) e Jason perde o chão. Será que conseguirão lidar com tamanha responsabilidade? Fará sentido continuar fazendo um trabalho sem graça, que não gostam, diante dessa mudança tão importante que está para acontecer? Antes de chegar o gato, que mudará suas vidas para sempre, é preciso aproveitar, correr atrás do sonho, desligar a internet, porque depois disso tudo estará acabado.

Este é o panorama irônico de O Futuro, logicamente mostrando um casal acomodado ao extremo para causar estranheza. Eles próprios são estranhos – vivem sem entusiasmo, tomam decisões sem pensar, se precipitam justamente quando a causa pede calma. Fazer a diferença no mundo particular de cada um pede calma e determinação. Mas Sophie e Jason não sabem o que querem: se dançam, ou se compram árvores para salvar o planeta; se fazem o tempo parar para não se perder ou não perder o outro, ou se correm para os braços do primeiro que abrir as portas. Interessante o retrato da relação que não se sustenta, que não se relaciona, que vive no imaginário irreal, na espera vazia. Apenas vive, cada um no seu mundo virtual, sem comunicar-se realmente, sem compartilhar sonhos, sem ambicionar construir.

O Futuro vale ser visto, mesmo porque tem figuras de linguagem e metáforas extremamente profundas, que chegam a incomodar. A da solidão interior, do vazio, da falta de auto-conhecimento, da falta de perspectiva, da falta de garra e vontade – motores fundamentais para uma vida ser vivida. Metáfora dos tempos atuais, em que o medo paralisa, em que o rigor das convenções e expectativas engessa iniciativas e quebra de paradigmas? Também acho que sim. Fato é que, ao sair dessa sessão da 35a Mostra, notei que as pessoas perguntavam aos amigos se tinham entendido bem tal e tal parte do filme. Pelo que senti, era isso que Miranda July queria despertar: o desconforto, a incerteza diante de um comportamento, para gerar reflexão, para deixar sentir a história de acordo com o repertório de cada um.

E o gato? Bem, o gato faz parte desse contexto sempre inacabado da vida do casal, ilusório, cheio de intenções, mas nunca concluído. Difícil sair da zona de conforto…


CHAMADA DE EMERGÊNCIA – The Call
CLASSIFICAÇÃO: Suspense, Para se Divertir, Estados Unidos, Ação - 12/04/2013

DIREÇÃO: Brad Andersonchamada de emergência

ROTEIRO: Richard D’Ovidio

ELENCO: Halle Berry, Abigail Breslin, Morris Chestnut, Michael Eklund

Estados Unidos, 2013 (94 min)

Nos cinemas: 12 de abril

“911, what’s your emergency?”

Fácil se imaginar na ponta de cá da linha, ligando para a emergência. Acidente, assalto, incêndio ou um simples rato na cozinha faz soar o telefone da central de emergência dos EUA. Mal comparando, algo como o nosso 190. Aliás, péssima comparação, ela só vale conceitualmente. O que a gente esquece de pensar é no aparato por trás da central, que além de equipamentos e processos definidos, precisa contar com recursos humanos preparados para aguentar a pressão de uma verdadeira emergência.

Esse é o ponto forte do filme, muito bem representado pela atriz Halle Berry (também em Noite de Ano Novo, Coisas que Perdemos Pelo Caminho). Ela é Jordan, uma moça experiente, treinada para receber as mensagens de emergência. Enviar socorro quando o acidente já aconteceu, parece mais simples. O mais complicado é manter a vítima calma e bolar uma estratégia de socorro quando ela está sob ameaça ou perseguição. Jordan atende uma adolescente (Abigail Breslin, também em Pequena Miss Sunshine, Uma Prova de Amor) que liga desesperada quando é raptada. Como manter a vítima tranquila? Como tomar a decisão, esquematizar um plano para que o pior não aconteça até que a polícia chegue ao local? É isso que é difícil imaginar e é preciso de gente muito bem treinada e equilibrada para uma operação bem sucedida.

Esse ponto do filme é muito bacana. Jordan precisa ganhar tempo, manter a calma e ser rápida, muito rápida. Enquanto isso, o socorro é enviado. Claro que nem tudo sai como esperado e é aí que eu fiquei presa na poltrona do cinema, pelo ritmo de suspense que o filme consegue dar.

No entanto, contudo, todavia…. Por que é que os diretores e roteiristas teimam em fazer finais tolos, sem graça? E é impressionante como têm a capacidade de anular todo o clima construído durante a narrativa. Chamada de Emergência tem uma toada bacana, é instigante, tem suspense, boa investigação, boa história, interessante temática…. E peca no final, quase que banalizando todo esse processo, optando por um desfecho tão improvável e inverossímil que até desanima.

Minha dica é a seguinte: aproveite os dois terços iniciais do filme. Depois dê todos os descontos que você tem na manga, para essa indústria que subestima a capacidade do espectador de lidar com finais mais inteligentes, menos engessados e não tão conclusivos. Teria sido um bom thriller se não fosse… Não serei estraga prazer, mas quando terminar, não diga que não avisei.

OBLIVION
CLASSIFICAÇÃO: Para se Divertir, Estados Unidos, Ação - 11/04/2013

DIREÇÃO: Joseph Kosinskioblivion cartaz

ROTEIRO: Joseph Kosinski, Karl Gajdusek

ELENCO: Tom Cruise, Morgan Freeman, Olga Kurylenko, Andrea Riseborough, Mikolaj Coster-Waldau, Melissa Leo

Estados Unidos, 2013 (126 min)

 

Nos cinemas: 12 de abril

 

Os cineastas não andam muito otimistas com o futuro da Terra. Na animação Uma História de Amor e Fúria (em cartaz), o diretor brasileiro Luiz Bolognesi imagina um Rio sem água potável, frio, impessoal e completamente futurista nas vésperas do século 22. Em Oblivion, a visão é bem mais devastadora. Não sobra absolutamente nada. É um cenário sem alma viva, cinza, sombrio, inabitável.Estados Unidos, 2013

Algo como O Livro de Eli, em que o personagem de Denzel Washington tem que lutar contra milícias violentas que tomam conta de um território destruído, que um dia foi a Terra. Só que em Oblivion temos Tom Cruise, que é o grande chamariz do filme. Estamos em 2077, 60 anos depois do início de uma guerra contra alienígenas.  A Lua foi destruída, a Terra ficou desorientada, tsunamis e terremotos destruíram tudo e extraterrestres tomaram conta do planeta. Quem sobreviveu foi levado para a Lua de Saturno, para onde Jack (Tom Cruise) também irá quando terminar a missão de defender as instalações suspensas que extraem os recursos naturais do que sobrou da Terra.

Oblivion é muito criativo na constituição do ambiente futurista e realmente perfeccionista no quisito ficção científica. Só acho que o filme que tem que explicar muito linearmente a trama no final, é porque pecou no roteiro. Roteiro bem amarrado vai deixando indícios pelo caminho e prescinde de uma narração didática de seus porquês. Em Oblivion parece que alguns detalhes ficam perdidos e faz o espectador dar algumas boas derrapadas.

Aliás, vale dizer que o título do filme se refere ao esquecimento, só que agora do processo de amnésia forçada a que foram submetidos os agentes encarregados de finalizar a missão na Terra. É aí que mora a trama toda, que tem um final absolutamente dispensável, mas previsível em se tratando de Tom Cruise. Mas o bacana é que pensando no desfecho, remete novamente ao filme O Livro de Eli, em que o saber é a esperança para a humanidade. Apesar de pessimistas, os cineastas acham que o conhecimento ainda é o que salva a raça humana! Há luz no fim do túnel.

 

OS CROODS – The Croods
CLASSIFICAÇÃO: Para se Divertir, Estados Unidos, Animação - 30/03/2013


croodsDIREÇÃO e ROTEIRO: Kirk De Micco, Chris Sanders

ELENCO: Nicolas Cage, Ryan Reynolds, Emma Stone

Estados Unidos, 2013 (98 min)

Soube de professor de História que sugeriu que as crianças assistissem a Os Croods - e não só para se divertir, mas também para pensar um pouco sobre o tempo em que o homem vivia nas cavernas. Alunos do sexto ano que estão começando a enveredar pela história da humanidade na sua linha cronológica acadêmica podem ver na história dessa família como era (ou como imaginamos que seria) a sobrevida, a luta por alimentos, o conceito de preservação da espécie e do raciocínio involuntário de ‘quanto-menos-risco-melhor’.

Considerando, é claro, que se trata de uma animação minuciosamente pensada e deliciosamente roteirizada (incluo aqui as pérolas do texto, das questões emblemáticas da adolescência e dos relacionamentos interfamiliares), Os Croods são uma versão do que seria a Idade da Pedra com humor e sofisticação. Não só no campo da busca por alimentos, da vida na escuridão, da descoberta da luz em forma de fogo como uma “opção” quando não houver sol, mas também do comportamento.

A família vive na caverna para se defender contra predadores e preservar a espécie. São os únicos sobreviventes de um mundo prestes a ser engolido pelos fortíssimos terremotos, separação dos continentes e criação de um mundo cheio de novidades. Abandonar o medo e aceitar o novo é a palavra de ordem difícil de ser absorvida pela patriarca, que defende a família literalmente com unhas e dentes.

Criativo e muito bem cuidado em todos os seus detalhes, encanta crianças e adultos com aqueles graças realmente bem delineadas, com que todas as famílias se identificam. Os Croods são uma família como as nossas: com medo das inovações que nos assolam todos os dias, que nos forçam a sair da zona de conforto, que colocam em risco os mais queridos. A única diferença é que vivem nas cavernas.

Mas até isso é interessante: quando a gente cerca e superprotege um filho demais da conta, não estamos tentando fazer com que ele viva na escuridão, na zona de conforto, dentro das nossas expectativas e daquilo que conseguirmos controlar? Aceitar e caminhar em direção ao sol é um desafio de toda a humanidade. Em qualquer tempo. Mas devaneios a parte, Os Croods é para qualquer idade!

JACK: O CAÇADOR DE GIGANTES – Jack: The Giant Slayer
CLASSIFICAÇÃO: Para Ver em Família, Estados Unidos, Aventura - 28/03/2013

Jack - Character Art_FallonDIREÇÃO: Bryan Singer

ROTEIRO: Darren Lemke, Christopher maquiarei

ELENCO: Nicholas Hoult, Stanley Tucci, Ewan McGregor, Eleanor Tomlinson, Eddie Marsan, Ewen Bremner, Ian McShane

Estados Unidos, 2013

 

Nos cinemas: 29 de março

 

Tem gente que não gosta de releituras. Acha que é chover no molhado, reescrever uma história já exaustivamente repetida e, por isso mesmo, já explorada em todos os campos. Penso diferente. História boa rende novos pontos de vista e, principalmente, novos recursos que podem incrementar. Claro, com licenças poéticas fica ainda mais divertido imaginar novamente como seria o famoso João, da fábula infantil João e o Pé de Feijão.

Só que João na verdade é Jack (Nicholas Hoult), um camponês inglês que vive humildemente com seu tio em uma pequena cabana. Vai ao mercado vender um cavalo, é surpreendido por um monge que precisa fugir e lhe oferece um punhado de feijões. E adverte: são encantados, não devem ser molhados de jeito nenhum. Claro que é isso que acontece e os feijões germinam, crescem rapidíssimo, ficam gigantes e acabam complicando a vida do camponês e da princesa daquelas terras. O pé de feijão chega no céu, numa terra misteriosa habitada por gigantes que se alimentam de gente.

A aventura consiste em se livrar dos gigantes e dos traidores e levar a princesa de volta para o bondoso rei. O filme tem ritmo, ótimos efeitos especiais (é em 3D), bom elenco e sintonia entre Jack e Isabelle (Eleanor Tomlinson). Além de bons atores, como o veterano Stanley Tucci e Ewan McGregor (também em O Impossível, Amor Impossível, Sentidos do Amor, O Escritor Fantasma). É uma aventura gostosa para  ver em família, que vale o seu ingresso.

 

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