CINE VISTA – Cinema ao ar livre!

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Mais uma edição do Cine Vista, no Shopping JK Iguatemi, de 21 a 25 de junho. É a quinta, com filmes premiados e outros ainda inéditos, em formato de pré-estreia. O destaque fica por conta do dia só de quadrinhos, pra quem curte, com Lego Batman, Esquadrão Suicida e Mulher-Maravilha.

Veja a programação, além de outras informações abaixo, e clica no nome do filme pra ver o comentário do Cine Garimpo.

A imagem da foto é do filme com Catherine Deneuve e Catherine Frot, O Reencontro.

 

21/06 – Quarta-feira
20h – Pré-estreia: Um Instante de Amor
22h30 – Pré-estreia: O Círculo

 

22/06 – quinta-feira
20h – Estrelas além do tempo
22h30 – Lion – Uma Jornada para Casa

 

23/06 – sexta-feira
20h – Pré-estreia: O Reencontro (Sage Femme) (imagem da foto)
22h30 – Um limite entre nós

 

24/06 – sábado
18h – Lego Batman
20h – Esquadra?o Suicida
22h30 – Mulher-Maravilha

 

25/06 – domingo
18h – As Aventuras de Ozzy
20h00 – Moonlight: Sob a Luz do Luar
22h30 – Pré-estreia: O Jantar

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SERVIÇO:

Filme Infantil – R$ 30 inteira e R$15,00 crianças até 12 anos + taxa de serviço de R$ 7,00

Filme adulto – R$ 50 + taxa de serviço de R$7,00

Venda de ingressos: Bilheteria Cinépolis e Ingresso.com – www.ingresso.com

FESTIVAL VARILUX DE CINEMA FRANCÊS 2017

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Dia 07 começa o FESTIVAL VARILUX DE CINEMA FRANCÊS – o mais “charmant” do país. Serão 19 filmes exibidos em 55 cidade em todo o Brasil, por 15 dias. Os destaques ficam por conta de filmes que já passearam pelos festivais internacionais, inclusive Cannes, que acabou de terminar. Voilà a vinheta logo abaixo e já comentários de alguns dos filmes.

 

FRANTZ, de François Ozon (também diretor de Uma Nova Amiga, Dentro da Casa) é uma poesia só. Em branco e preto – com um colorido que entra em momentos especiais –, fala de Anna (Paula Beer), uma jovem alemã que vive no pós Primeira Guerra, fica noiva-viúva do seu grande amor e mora com os sogros. Até que aparece um francês, chora no túmulo do seu namorado e entra na vida daquela família alemã pra mudar tudo. Passeou pelos festivais de Sundance, Toronto e Veneza, além de ter concorrido em nove categorias no César, o Oscar francês.

 

AMANHÃ, de Cyril Dion e Mélanie Laurent é ótimo e faz parar pra pensar. Olha só: em vez de a gente ficar reclamando que o mundo está poluído demais, aquecido demais, destruído demais, ruim demais, que tal ir atrás de soluções? Com isso em mente, a atriz e diretora francesa Mélaine e o marido saíram pelo mundo em busca de cidades e comunidades que já adoram um estilo diferente de vida (para ler o comentário completo, clique aqui).

 

TAL MÃE, TAL FILHA, de Noémie Saglio | Com Juliette Binoche (da vinheta), Camille Cottin e Lambert Wilson, conta a história improvável da mãe e filha que engravidam ao mesmo tempo. Filha mais madura que a mãe, uma inversão de papéis, uma comédia pra entreter – confesso que o riso fácil não chegou…

 

TOUR DE FRANCE, de Rachid Djaidani é um roadmovie. Adoro. Personagens que se movimentam sempre sofrem transformações. Far’Hook (Sadek) é um rapper que, apavorado com a ameaça feita por outros artista, resolve aceitar a oferta de um amigo e sair da cidade para ser o motorista do seu pai em uma viagem. O pai é Serge (Gérard Depardieu), um artista que quer ir de Paris até Marseille, passando de porto em porto, seguindo a rota feita pelo pintor Joseph Vernet. No caminho, rapper e pintor, com suas diferenças, vão desentendendo-se e entendendo-se, até que a amizade surge. Olhar suave e jovem, algo do improviso do rap, inclusive nas imagens de celular. Trivial, nada de diferente ou especial, com Depardieu naquele papel do pai sisudo e emburrado (mais do masmo), em contrapartida ao rap Sadek, que tem outro repertório cultural.

 

RODIN, de Jacques Doillon, com Vincent Lindon, não chega nem aos pés do inesquecível Camille Claudel, de 1988, com Isabelle Adjani. Nem aos pés. Pensar em alguém mais pra ser a Camille é demais da conta. A escultora deste filme de Doillon não tem o brilho, a loucura ou a graça de Isabelle. E Depardieu (o Rodin de 1988) é melhor e bem menos chato que Lindon. Adoro Lindon, mas aqui ficou lento, desinteressante, mesmo no papel do mulherengo e sedutor escultor francês. Indicado à Palma de Ouro em Cannes. Não entendi, mas tudo bem.

 

UM INSTANTE DE AMOR, de Nicole Garcia

A VIDA DE UMA MULHER, de Stéphane Brizé

O REENCONTRO, de Martin Provost

NA VERTICAL (Rester Vertical), de Alain Guiraudie

NA CAMA COM VITÓRIA (Victoria), de Justine Triet

CORAÇÃO E ALMA (Reparer les Vivants), de Katell Quillévéré

ROCK’N ROLL – POR TRÁS DA FAMA (Rock’n Roll), de Guillaume Canet

 

 

 

III FESTIVAL DE FINOS FILMES

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Até dia 1º de abril, o Festival de Finos Filmes está com inscrições abertas. É um festival de curtas, de no máximo 20 minutos. Um ótimo canal para novos cineastas mostrarem seu trabalho. O festival acontece de 4 a 11 de maio.

Condições para inscrição:

  • os filmes devem ter no máximo até 20 minutos
  • não há categorização por nacionalidade ou gênero
  • o realizador não pode ter longa-metragem em seu currículo

Cinema brasileiro na telona por R$ 3,00!

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Dia 9 de novembro você pode assistir a um filme brasileiro na telona por R$ 3,00, em 570 salas da rede Cinemark em todo o Brasil. Para se programar, entre no site PROJETA BRASIL da rede e veja que sala é melhor pra você. Agora, pra escolher o filme, é aqui no Cine Garimpo mesmo.

Veja abaixo a lista de filmes e o comentário. Digo isso porque é sempre bom acertar no programa e escolher o filme de acordo com seu estado de espírito. Bom garimpo!

  • Que Horas Ela Volta?, de Anna Muylaert
  • Trinta, de Paulo Machline
  • Irmã Dulce, de Vicente Amorim
  • Boa Sorte, de Carolina Jabor
  • Os Caras de Pau, de Felipe Joffily
  • Loucas pra Casar , de Roberto Santucci
  • Cassia Eller , de Paulo Henrique Fontenelle
  • SuperPai, de Pedro Amorim
  • Meus Dois Amores, de Luiz Henrique Rios
  • O Duelo, de Marcos Jorge
  • Entre Abelhas, de Ian SBF
  • A Estrada 47, de Vicente Ferraz
  • Sorria, Você Está Sendo Filmado, de Daniel Filho
  • Metanóia, de Miguel Nagle
  • Los Hermanos, de Maria Ribeiro
  • Divã a 2, de Paulo Fontenelle
  • O Vendedor de Passados, de Lula Buarque de Hollanda
  • Sangue Azul, de Lírio Ferreira
  • Qualquer Gato Vira-Lata 2, de Roberto Santucci e Marcelo Antunez
  • Meu Passado me Condena 2, de Julia Rezende
  • Carrossel, de Alexandre Boury e Mauricio Eça
  • Linda de Morrer, de Cris D’Amato
  • O Último Cine Drive-In, de Iberê Carvalho
  • Entrando Numa Roubada, de André Moraes
  • A Esperança é a Última que Morre, de Calvito Leal
  • Vai Que Cola, de César Rodrigues
  • Operações Especiais, de Tomás Portella
  • SOS Mulheres ao Mar 2, de Cris D’Amato

QUEM LEVOU O OSCAR 2015

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Minha torcida é para que ganhe:

filme – Boyhood (ganhou Birdman – )

diretor – Linklater (ganhou Iñarritu)

ator – Redmayne (A Teoria de Tudo) !

atriz – Julianne Moore (Para Sempre Alice) !

atriz coadjuvante – Patricia Arquette (Boyhood) !

ator coadjuvante – JK Simmons (Whiplash) !

roteiro original – Birdman

roteiro adaptado – Sniper Americano (ganhou O Jogo da Imitação)

canção original – Lost Stars (Mesmo se Nada Der Certo) (ganhou Glory, do filme Selma)

filme estrangeiro – Leviatã  (ganhou Ida)

 

VENCEU (EM AZUL):

Melhor filme
Sniper americano
Birdman
Boyhood: Da infância à juventude
O grande hotel Budapeste
O jogo da imitação
Selma
A teoria de tudo
Whiplash

Melhor diretor
Alejandro Gonzáles Iñárritu (“Birdman“)
Richard Linklater (“Boyhood“)
Bennett Miller (“Foxcatcher: Uma história que chocou o mundo“)
Wes Anderson (“O grande hotel Budapeste”)
Morten Tyldum (“O jogo da imitação“)

Melhor ator
Steve Carell (“Foxcatcher“)
Bradley Cooper (“Sniper americano”)
Benedict Cumbertatch (“O jogo da imitação“)
Michael Keaton (“Birdman“)
Eddie Redmayne (“A teoria de tudo“)

Melhor ator coadjuvante
Robert Duvall (“O juiz”)
Ethan Hawke (“Boyhood“)
Edward Norton (“Birdman“)
Mark Ruffalo (“Foxcatcher“)
JK Simons (“Whiplash“)

Melhor atriz
Marion Cotillard (“Dois dias, uma noite“)
Felicity Jones (“A teoria de tudo“)
Julianne Moore (“Para sempre Alice”)
Rosamund Pike (“Garota exemplar“)
Reese Whiterspoon (“Livre“)

Melhor atriz coadjuvante
Patricia Arquette (“Boyhood“)
Laura Dern (“Livre“)
Keira Knightley (“O jogo da imitação“)
Emma Stone (“Birdman“)
Meryl Streep (“Caminhos da floresta“)

Melhor filme em língua estrangeira
Ida” (Polônia)
Leviatã” (Rússia)
“Tangerines” (Estônia)
Timbuktu” (Mauritânia)
Relatos selvagens” (Argentina)

Melhor documentário
“O sal da terra”
Citizen Four
“Finding Vivian Maier”
“Last days”
“Virunga”

Melhor documentário em curta-metragem 
Crisis Hotline: Veterans Press 1
“Joanna”
“Our curse”
“The reaper (La Parka)”
“White earth”

Melhor animação
“Operação Big Hero”
Como treinar o seu dragão 2
Os Boxtrolls
“Song of the sea”
“The Tale of the Princess Kaguya”

Melhor animação em curta-metragem
“The bigger picture”
“The dam keeper”
Feast
“Me and my moulton”
“A single life”

Melhor curta-metragem em ‘live-action’
“Aya”
“Boogaloo and Graham”
“Butter lamp (La lampe au beurre de Yak)”
“Parvaneh”
The phone call

Melhor roteiro original
Alejandro G. Iñárritu, Nicolás Giacobone, Alexander Dinelaris Jr. e Armando Bo (“Birdman“)
Richard Linklater (“Boyhood“)
E. Max Frye e Dan Futterman (“Foxcatcher“)
Wes Anderson e Hugo Guinness (“O grande hotel Budapeste”)
Dan Gilroy (“O abutre“)

Melhor roteiro adaptado
Jason Hall (“Sniper americano”)
Graham Moore (“O jogo da imitação”)
Paul Thomas Anderson (“Vício inerente”)
Anthony McCarten (“A teoria de tudo“)
Damien Chazelle (“Whiplash“)

Melhor fotografia
Emmanuel Lubezki (“Birdman”)
Robert Yeoman (“O Grande Hotel Budapeste”)
Lukasz Zal e Ryzasd Lenczewski (“Ida”)
Dick Pope (“Sr. Turner”)
Roger Deakins (“Invencível”)

Melhor edição (MONTAGEM)
Joel Cox e Gary D. Roach (“Sniper americano”)
Sandra Adair (“Boyhood“)
Barney Pilling (“O grande hotel Budapeste”)
William Goldenberg (“O jogo da imitação“)
Tom Cross (“Whiplash“)

Melhor design de produção (direção de arte)
“O grande hotel Budapeste”
“O jogo da imitação”
Interestelar
“Caminhos da floresta”
“Sr. Turner”

Melhores efeitos visuais
Dan DeLeeuw, Russell Earl, Bryan Grill e Dan Sudick (“Capitão América 2: O soldado invernal”)
Joe Letteri, Dan Lemmon, Daniel Barrett e Erik Winquist (“Planeta dos macacos: O confronto“)
Stephane Ceretti, Nicolas Aithadi, Jonathan Fawkner e Paul Corbould (“Guardiões da Galáxia”)
Paul Franklin, Andrew Lockley, Ian Hunter e Scott Fisher (“Interestelar“)
Richard Stammers, Lou Pecora, Tim Crosbie e Cameron Waldbauer (“X-Men: Dias de um futuro esquecido”)

Melhor figurino
Milena Canonero (“O grande hotel Budapeste”)
Mark Bridges (“Vício inerente”)
Colleen Atwood (“Caminhos da floresta“)
Anna B. Sheppard e Jane Clive (“Malévola”)
Jacqueline Durran (“Sr. Turner”)

Melhor maquiagem e cabelo
Bill Corso e Dennis Liddiard (“Foxcatcher“)
Frances Hannon e Mark Coulier (“O grande hotel Budapeste”)
Elizabeth Yianni-Georgiou e David White (“Guardiões da Galáxia”)

Melhor trilha sonora
Alexandre Desplat (“O grande hotel Budapeste”)
Alexandre Desplat (“O jogo da imitação“)
Hans Zimmer (“Interestelar“)
Gary Yershon (“Sr. Turner”)
Jóhann Jóhannsson (“A teoria de tudo“)

Melhor canção
“Everything is awesome”, de Shawn Patterson (“Uma aventura Lego“)
Glory”, de John Stephens e Lonnie Lynn (“Selma“)
“Grateful”, de Diane Warren (“Além das luzes”)
“I’m not gonna miss you”, de Glen Campbell e Julian Raymond (“Glen Campbell…I’ll be me”)
“Lost Stars”, de Gregg Alexander e Danielle Brisebois (“Mesmo se nada der certo“)

Melhor edição de som
Alan Robert Murray e Bub Asman (“Sniper americano”)
Martín Hernández e Aaron Glascock (“Birdman“)
Brent Burge e Jason Canovas (“O hobbit: A batalha dos cinco exércitos“)
Richard King (“Interestelar“)
Becky Sullivan e Andrew DeCristofaro (“Invencível“)

Melhor mixagem de som
John Reitz, Gregg Rudloff e Walt Martin (“Sniper americano”)
Jon Taylor, Frank A. Montaño e Thomas Varga (“Birdman“)
Gary A. Rizzo, Gregg Landaker e Mark Weingarten (“Interestelar“)
Jon Taylor, Frank A. Montaño e David Lee (“Invencível“)
Craig Mann, Ben Wilkins e Thomas Curley (“Whiplash“)

HOJE TEM PRÊMIO DO FESTIVAL CELUCINE DE MICROMETRAGENS

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Na coletiva de imprensa da edição da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo deste ano, um jornalista perguntou se a maioria das cópias dos filmes selecionados era digital. Nem precisava. Com um celular na mão, a gente sai filmando o que quiser. Claro que, pra isso virar um filme, é uma outra história. Mas fato é que a tecnologia, aliada a talento e criatividade, dá muita margem para produções interessantes.

Melhor ainda quando há onde mostrar. O FESTIVAL CELUCINE DE MICROMETRAGENS, na sua 6a edição, tem essa proposta: abrir espaço para filmes de feitos só em plataformas digitais: celulares, tablets, máquinas fotográficas e câmeras digitais. Adorei esse nome, Celucine! E o melhor de tudo: tema livre, de trinta segundos a 3 minutos. Não que seja fácil, mas é uma maneira bacana de incentivar gente talentosa a mostrar a cara – e o olhar!

A premiação dos melhores nas categorias Animação, Ficção e Documentário será hoje, dia 27, Itaú Cultural. Foram 256 inscritos de todo o Brasil e países de língua portuguesa e os melhores serão escolhidos pelo júri formado pela cineasta Anna Muylaert (de Durval Discos e É Proibido Fumar), pelo ator Julio Andrade (também de Entre NósSerra Pelada e Gonzaga – De Pai Pra Filho), pelo diretor de animação Ale McHaddo e por representantes do Itaú Cultural, Certisign, Rio Filme e Canal Brasil.

 Os finalistas são:

AnimaçãoRestos de Coisas, de Marco Nick (BH), Um Salve, de Mário Sérgio Ferreira (Blumenau, SC) e All is need is sex, de Luiz Melo (Olinda, PE; foto acima)

DocumentárioA Lua e a Madeira, de Pedro Bezerra Jorge (SP), Tum Tum, o Som do Batuque, de Bruno Martins Felipe Gonçalves (SP) e Cloudy Sky, de Alex Antônio de M. Souza (Parelhas, RN)

FicçãoElevate, de Silvana Nuti (SP), Maquiagem, de Evandro Manchini (RJ) e Fim de Jogo, de Cristian Damian de Ciânico (Florianópolis, SC)

 

 

O SAL DA TERRA – Le Sel de la Terre

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Sebastião Salgado abre o Festival do Rio 2014. Isso mesmo, com um documentário sobre seus 40 anos de vida como fotógrafo, pela lente de seu filho Juliano Ribeiro Salgado e do renomado cineasta alemão Wim Wenders, também do espetacular Pina. O filme levou o prêmio especial da categoria de Cannes que eu mais gosto, Un Certain Regard. Grande expectativa, tanto para a obra, quanto para a maneira de fotografar e enxergar o meio ambiente e o ser humano.

 

 

 

PRAIA DO FUTURO, COM WAGNER MOURA, COMPETE EM BERLIM

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Quando estrelou em Elysium, Wagner Moura declarou na coletiva de imprensa que seleciona a dedo os convites que recebe. E confessou que estava feliz com sua participação no longa Praia do Futuro, também uma produção internacional. Mas bem diferente da superprodução com Matt Damon e Alice Braga, que envolve muito dinheiro e um aparato tecnológico do outro mundo – literalmente. O filme de Karim Aïnouz, também de Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo, é o oposto. Independente e alternativo, por assim dizer, tem uma apelo emotivo, valoriza o personagem e suas relações.

Ainda não vi, mas parece que Berlim aprovou. Foi incluído na competição oficial do festival, em sua 64ª edição, que acontece de 6 a 16 de fevereiro. Rodado em Fortaleza e Berlim, Praia do Futuro conta a história do salva-vidas Donato, na pele de Wagner Moura. Donato não consegue resgatar um alemão, sente-se desiludido e resolve mudar-se para a Alemanha. Seu irmão, Ayrton (Jesuíta Barbosa, também em Tatuagem) é que vai tentar resgatar o contato com o irmão.

O QUE MAIS WAGNER MOURA FEZ QUE VALE A PENA?

SERRA PELADA, de Heitor Dhalia (2013)

ELYSIUMNeill Blomkamp (2013)

A BUSCA, Luciano Moura (2013)

O HOMEM DO FUTURO, Claudio Torres (2011)

VIPS, Toniko Melo (2011)

TROPA DE ELITE 2, José Padilha (2010)

CARANDIRU, Hector Babenco (2010)

ABRIL DESPEDAÇADO,  Walter Salles (2001)