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agosto, 2015

TED 2
CLASSIFICAÇÃO: Para se Divertir, Garimpo na Locadora, Estados Unidos, Comédia - 28/08/2015

Tão politicamente incorreto, que cansa a beleza. Ted 2 é repeteco de Ted, com o agravante de já não ter novidade nenhuma: já sabemos que o ursinho de pelúcia aparentemente fofo é um pervertido e que não poupa esforços para fazer piadinhas sujas e sem graça. De tão “humano”, agora ele quer justamente isso: ter os mesmos direitos que qualquer outra pessoa. Quer se casar, ter filhos, poder trabalhar, etc. Para isso, contrata uma advogada (Amanda Seyfried, também em Enquanto Somos Jovens) e o filme segue em torno dessa briga para provar que ele tem emoções e que, portanto, merece ser considerado gente.

O primeiro filme Ted arrecadou mais de 200 milhões – dei até umas risadas – e tem muito público pra esta segunda “aventura”. Sinceramente, eu teria passado sem essa. Haja criatividade pra tanta apelação.

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QUE HORAS ELA VOLTA?
CLASSIFICAÇÃO: Para se Divertir, Para Pensar, Garimpo na Locadora, Drama, Comédia, Brasil - 28/08/2015

Quando Casa Grande foi lançado, dei destaque para o filme e torci muito para que as pessoas fossem assistir (leia a entrevista com o diretor). Filme nacional de qualidade, com texto e imagens que dialogam diretamente com a sociedade brasileira, na sua realidade mais cotidiana, mais caseira, mais presente: a rotina doméstica. Isso do ponto de vista dos patrões, que moram numa linda casa, têm empregados, com quem mantêm uma relação de pseudo-intimidade, desde que cada um saiba o seu devido lugar.

Agora temos outra obra, porém do ponto de vista da empregada doméstica. Complementa – e muito bem – o universo carioca de Casa Grande, de seu adolescente que desenvolve uma relação de afeto com os empregados, que não entende por que é feita essa diferença entre as pessoas, por que há uma relação de inferioridade. No universo paulista de Que Horas Ela Volta?, o ponto de vista é da cozinha, mas o conflito também se dá pelo olhar de uma adolescente, que não se encaixa e contesta o status quo das diferenças sociais.

O novo filme da diretora Anna Muylaer (também de É Proibido Fumar, Durval Discos) já percorreu festivais do mundo todo, conquistou prêmios em Berlim e Sundance e estreia no circuito comercial também no exterior. Regina Casé é a grande estrela como Val, a empregada doméstica que, como tantas outras, sai do nordeste, deixa a filha aos cuidados de um parente e vem para São Paulo tentar ganhar algum dinheiro. Acaba terceirizando a função de mãe, enquanto também cuida do filho de outra pessoa, que também vai trabalhar para ganhar dinheiro. Um ciclo vicioso estranho. Mas é assim, inúmeras vezes. Regina Casé brilha sim, é espetacular, mas é preciso dizer que conta com um elenco afinadíssimo, capaz de construir uma realidade tão verdadeira que não há como você não se encaixar nas cenas e sentir uma incômoda familiaridade.

Val trabalha anos numa casa de classe alta paulistana, ajuda a criar Fabinho e tem por ele um carinho especial. É considerada por todos “uma pessoa da família”, desde que os limites entre patrões e empregados sejam respeitados. Tudo está no seu mais previsível equilíbrio, até que sua filha Jéssica (Camila Márdila) vai para São Paulo para prestar vestibular e entra em contato com essa estranha relação velada de poder e posse. Os personagens se estranham entre eles, da mesma maneira que a gente vê muita gente vivendo no piloto automático, seguindo o fluxo conformista. A única que pensa fora da caixa é Jessica – e, vale dizer, Camila Márdila passa uma credibilidade impressionante para um novata.

Dizer mais que isso é tirar alguma das muitas preciosidades do filme. Além de causar boas risadas, o filme tem uma densidade e profundidade inacreditáveis. Em inglês, o título é The Second Mother. Não é tão bom – e tão sutil – quando Que Horas Ela Volta?, mas tem potencial para atingir também o público estrangeiro, tocar fundo e fazer pensar sobre a quantas andam as relações humanas.

 

DIREÇÃO e ROTEIRO: Anna Muylaert ELENCO: Regina Casé, Camila Márdila, Karine Telles, Lourenço Mutarelli, Michel Joelsas, Helena Albergaria | 2015 (112 min)

 

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DIOR E EU – Dior and I
CLASSIFICAÇÃO: Para Entender o Nosso Mundo, França, Documentário, Biografia - 28/08/2015

Mesmo para quem não se envolve com o mundo da moda, Dior e Eu vale o ingresso. Mostra os bastidores de um desfile, mas nada ali é um “qualquer”. Estamos falando da Maison Dior, daquele que foi nomeado para substituir o inglês John Galliano depois do escândalo causado pela declaração de que “amava Hitler”, da capacidade de criar uma coleção, liderar uma equipe e planejar não só um desfile, mas seu début no mundo da alta costura diante dos olhos do mundo. Não é pouca coisa e não é para qualquer um. Portanto, goste você de moda ou não, dê uma espiada no que este jovem e talentosíssimo estilista foi capaz de fazer em meras oito semanas de trabalho.

Honesto e fiel, Dior e Eu não é um filme oficial da Maison, mas seus dirigentes não vetaram momentos em que o diretor Frédéric Tcheng mostrou a faceta dura e inflexível do líder Raf Simons, um estilista belga que nunca tinha pisado no mundo da alta costura, estava acostumado a criar coleções de prêt-à-porter e tinha sobre ele todos os holofotes do planeta da moda mundial. Mas também não vetaram seu desabafo final, sua euforia e emoção ao ver o projeto concretizado com sucesso.

Pouquíssimo tempo, nenhuma intimidade com o processo de produção, nem com sua equipe. Por outro lado, toda a liberdade para construir sua imagem na casa em que seu criador, Christian Dior, trabalhou somente por 10 anos (1947-57) e deixou um legado inquestionavel de elegância, delicadeza e beleza, no pós-guerra em que a mulher era uma mulher-soldado. Ele devolve a figura da mulher-flor em seus vestidos, resgata a feminilidade. Simons tinha esse legado como referência, esses dez anos revolucionários para criar algo dinâmico, com toque pessoal e contemporâneo.

Outros filmes sobre moda surgiram recentemente, inclusive dois sobre a trajetória de Yves Saint Laurent (Yves Saint Laurent e Saint Laurent). Chanel também tem um filme com Audrey Tautou, Coco Antes de Chanel, e outro chamado Coco Chanel & Igor Stravinsky, mas todos são obras de ficção. O bacana aqui é que Dior e Eu é um documentário, pelas mãos e olhos do diretor francês Tcheng, que já tinha registrado o mundo da moda em Diana Vreeland: The Eye Hás to TravelValentino: The Last Emperor. Parece que pegou mesmo o jeito da coisa, além, é claro, de ser um colírio para os olhos.

 

 

DIREÇÃO e ROTEIRO: Frédéric Tcheng ELENCO: Raf Simons, Sharon Stone, Jennifer Lawrence, Grace Coddington, Marion Cottilard, Isabelle Huppert | 2014 (90 min)

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O HOMEM IRRACIONAL – Irrational Man
CLASSIFICAÇÃO: Suspense, Para se Divertir, Para Pensar, Garimpo na Locadora, Estados Unidos, Drama - 27/08/2015

Quando este filme foi apresentado em Cannes, acompanhei a entrevista coletiva por causa da figura do Woody Allen. Não tem papa na língua, diz o que pensa; espirituoso e irônico, quase sempre. O que eu mais gostei foi quando um jornalista brasileiro perguntou se ele já tinha pensado em matar alguém, já que em seus filmes os assassinatos – ou o desejo de assassinar – estavam invariavelmente presentes. “Claro”, disse Woody, “inclusive enquanto você fazia essa pergunta”.

Essa é a marca do diretor: ser direto, sem rodeios, sem rabo preso, sem obrigação de agradar. Sempre permeados pelos conflitos e questionamentos humanos, seus filmes são, segundo ele, um retrato da realidade que sempre existiu, independente da época. Se gosta de retratar o momento de crise moral em que vivemos, em que a depressão assola a humanidade, em que maridos e esposas se alimentam da traição? Mas quando é que foi diferente? O Homem Irracional é um recorte de uma decisão aparentemente sem sentido, fora dos padrões socialmente aceitos, mas não tão diferente das decisões tolas e inconsequentes que tomamos para sobreviver todos os dias.

Interessante esse raciocínio. O filme conta a história de um professor de filosofia (Joaquin Phoenix, também em Era Uma Vez em Nova York, Ela, Amantes), que está deprimido, sem motivação para viver, a ponto de arriscar puxar o gatilho numa roleta russa. Envolve-se com uma mulher casada, desperta o interesse de uma jovem aluna (Emma Stone, também em Birdman, Magia ao Luar), mas nada devolve a sua vontade de seguir vivo. Até que ouve uma conversa, se intromete onde não foi chamado, resolve cometer um asssassinato e sente-se novamente na ativa com a ideia de ter, finalmente, um objetivo. “Há momentos decisivos na vida de uma pessoa em que ela percebe que algo importante pode acontecer se fizer a escolha certa”, disse Allen na coletiva de Cannes. “Neste caso, a escolha que Joaquin faz é irracional, mas nem tanto, considerando as opções que fazemos em nossas vidas. As pessoas precisam de algo para acreditar, têm que escolher se suas vidas são significativas ou não, escolhem religiões, por exemplo, o que é irracional. Acreditam que se forem boas pessoas, morrerão e irão pro céu, onde viverão para todo o sempre – o que não é menos maluco do que aquilo que Phoenix pensou: que se cometesse aquele ato, sua vida voltaria a ter sentido.”

Adorei mais este Woody Allen. É como uma comédia do absurdo. Os personagens vão narrando seus sentimentos em off e a gente vai viajando com eles nas maluquices humanas. Woody Allen é muito honesto com nossa raça: não doura a pílula, mostra claramente que ela faz escolhas agonizantes e é isso que as pessoas querem ver. É um espelho. Assim como é um espelho do nosso comportamento ambíguo e equivocado o retrato feito em Match Point e Blue Jasmine. Coisa de gênio.

 

DIREÇÃO e ROTEIRO: Woody Allen ELENCO: Emma Stone, Joaquin Phoenix, Parker Posey | 2015 (95 min)

 

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RICKI AND THE FLASH: DE VOLTA PRA CASA
CLASSIFICAÇÃO: Trailer - 25/08/2015

Meryl Streep camaleoa contracena com sua filha Mamie Gummer neste novo filme, que estreia dia 03 de setembro. No filme, Meryl é uma guitarrista e vocalista de uma banda de hard-rock, que  correu atrás da carreira e deixou de lado a vida familiar. Agora tem que tentar consertar as besteiras do passado.

 

 

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O ÚLTIMO CINE DRIVE-IN
CLASSIFICAÇÃO: Para se Emocionar, Garimpo na Locadora, Drama, Brasil - 21/08/2015

A história em si já é muito boa: numa época em que poucos cinemas de rua (que eu adoro!) sobrevivem aos cinemas de shoppings e em que os filmes que fogem do padrão blockbuster tem pouca presença no circuito comercial, pensar que ainda tem gente que consegue manter um drive-in é inacreditável. Uma vez já perguntei a um grupo de amigos quem é que já tinha ido a um cinema de rua, na região da Paulista, por exemplo. A maioria confessou que nunca tinha ido – dá preguiça, não tem onde estacionar, é longe, não é seguro. Fiquei chocada. O cinema de rua dá um brilho especial ao filme e ao programa – talvez seja coisa de cinéfilo…

Pensar que seria possível ir a um drive-in, assistir ao filme dentro do carro, em um estacionamento, em tempos de tanta violência e medo, é surreal. Diferente de quando há projeções ao ar livre em parques, por exemplo. Dentro do carro soa muito mais perigoso. Pensar, portanto, que essa modalidade tem um sobrevivente em Brasília, que ainda funciona, é sensacional. Foi esse pano de fundo que Iberê Carvalho resolveu usar para contar uma história familiar de mágoas, reconciliação, amizade e amor. E consegue ser singelo, intenso e genuíno sem ser piegas.

O Último Cine Drive-In tem tudo isso, mas tem também uma pegada de desafio. Marlombrando (Breno Nina) está desesperado: precisa acompanhar sua mãe em exames importantes no hospital e pede ajuda ao pai (Othon Bastos), com quem não se relaciona há anos. Com o cinema como cenário – e presente na alma de todos eles – permeado por cartazes de filmes como O Poderoso Chefão e Invasões Bárbaras, o drive-in é um campo fadado ao fracasso por causa da público minguado, da infraestrutura caída e da falta de investimentos. Mas é também o único ambiente capaz de reconciliar e abrir algum caminho para o futuro.

Não tem nada de piegas – muito pelo contrário. Os personagens formam um time harmonioso, o enredo é supercriativo e o olhar do diretor favorece o amor, acima de tudo. Vivo dizendo aqui que adoro cinema nacional. Tem muita bobagem, é verdade. Mas tem muita coisa boa. Este, premiado em Gramado e apresentado em festivais do mundo todo, é um deles.

 

DIREÇÃO: Iberê Carvalho ROTEIRO: Iberê Carvalho e Zepedro Gollo ELENCO: Othon Bastos, Rita Assemany, Breno Nina, Chico Sant’anna, Fernanda Rocha, André Deca, Rosanna Viegas, Vinícius Ferreira | 2014 (100 min)

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O JULGAMENTO DE VIVIANE AMSALEM – Gett
CLASSIFICAÇÃO: Para Pensar, Israel, Garimpo na Locadora, Drama - 21/08/2015

Passou  no Festival de Cinema Judaico e agora entra em cartaz. O Julgamento de Viviane Amsalem foi premiado mundo afora e chega a ser tragicômico. Viviane é casada com Eliseu, sente-se infeliz e pede o divórcio. Ele não concorda. Ela sai de casa, contrata um advogado bastante eloquente e vai ao tribunal religioso presidido por três rabinos, que decidirão o que o casal deve fazer. Aos olhos dos religiosos, não há motivo para a separação – Viviane deve aproveitar a chance de voltar pra casa para ser uma esposa obediente e uma boa mãe. Aos olhos dla, não há nada que o desabone, é um bom sujeito. Mas o fato de estar infeliz é suficiente para querer sua liberdade.

Filme de um único cenário, o tribunal é o local onde a roupa suja é lavada – inclusive por aqueles que não têm nada a ver com a vida do casal. Já que o trio de rabinos não consegue convencer nenhuma das partes, apela para essas testemunhas que acabam fazendo dessa corte um circo. Uma tragicomédia das tradições judaicas, do machismo que domina as relações, da luta pela individualidade das mulheres. Lembra um pouco o iraniano A Separação, nesse quesito da voz masculina ser imperativa e inquestionável, mas não tem um drama pesado. É teatral; dramático, com tom pitoresco e irônico. Intenso nas atuações, faz realmente parar para pensar no absurdo da situação.

DIREÇÃO e ROTEIRO: Ronit Elkabetz, Shlomi Elkabetz ELENCO: Ronit Elkabetz, Simon Abkarian, Gabi Amrani | 2104 (115 min)

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O PEQUENO PRÍNCIPE – The Little Prince
CLASSIFICAÇÃO: Para se Emocionar, Para se Divertir, Garimpo na Locadora, França, Aventura, Animação - 21/08/2015

Algo precisa ser dito sobre esta adaptação do clássico francês, antes que alguém fale que esta não é a verdadeira história de O Pequeno Príncipe. Os clássicos têm isso, permitem licenças poéticas, já que fazem parte do repertório de gerações. Todo mundo se sente um pouco dono (ou amigo) do pequeno príncipe, tamanha é a sua atemporalidade.

Por isso, a dica é a seguinte: assista ao filme com a cabeça – e o coração – abertos para um outro olhar. A essência é a mesma. O que o diretor Mark Osbourne fez foi colocar o clássico dentro de outra história, deixo o livro no formato de livro mesmo – e o fez com muito talento. Visualmente é uma linda pintura; textualmente, é uma verdadeira poesia.

Ao invés de transformar o livro em filme, o que vemos é a criação de personagens que irão ler o livro, igual ao que nós todos conhecemos, com seus desenhos originais. Para que essa sobreposição ficasse clara, os personagens do livro (príncipe, raposa, aviador) são feitos com a técnica do stop-motion, como aqueles bonecos de massinha. Já a garota, sua mãe, o aviador-narrador, e todo o seu mundo estão retratados na mais perfeita terceira-dimensão tecnológica. Assim, a menina, que sofre a pressão alucinada da mãe, que quer transformá-la numa adulta perfeita e bem sucedida, descobre as maravilhas da infância, da imaginação e dos relacionamentos afetivos através da história do livro O Pequeno Príncipe e suas famosas frases como “tu es eternamente responsável por aquilo que cativas” e “o essencial é invisível aos olhos”.

Não há mal nenhum em adaptar uma obra de domínio público à outra linguagem. Quer queira, quer não, o enredo como nós o conhecemos é contado pelo aviador à menina e tem uma magia transformadora e especial. Vá de coração aberto, porque a chance de você vai embarcar junto naquele avião é enorme! Eu fui.

 

DIREÇÃO: Mark Osborne ROTEIRO: Irena Brignull, Bob Persichetti, Antoine de Saint-Exupéry ELENCO: dublagem de Marcos Caruso, Larissa Manoela, Priscila Amorim| 2015 (108 min)

 

 

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SEXO, AMOR E TERAPIA – Tu veux… ou tu veux pas?
CLASSIFICAÇÃO: Para se Divertir, Garimpo na Locadora, França, Comédia Romântica, Comédia - 18/08/2015

Nada de novo, tudo de previsível. Bem que Patrick Bruel, do ótimo Qual o Nome do Bebê, podia passar sem essa. O roteiro não tem nenhuma novidade, chove no molhado e é mais uma daquelas histórias em que o sexo é banalizado – e ganha o tom de bobeira. Por exemplo: Paris – Manhattan, também em Bruel, é uma comédia romântica original – sem ser nada de especial, tem graciosidade e graça, sem precisar apelar para o tema da mulher-bonita-e-sexy-a-qualquer-preço.

Bruel é Lambert, um terapeuta de casais, que atende sempre em dupla, com sua assistente. Os casais que o procuram estão passando por problemas e ele serve como mediador. Sua assistente vai embora, contrata Judith (Sophie Marceau), linda e louca por sexo, para ajudá-lo. Mas não cede aos seus encantos porque está em tratamento: é viciado em sexo e precisa manter a abstinência.

O final já é sabido e não tem nenhum mistério. Se apelasse um pouco menos para as curvas de Sophie e sua personagem fogosa, talvez entrasse na prateleira daqueles filmes gostosos e despretensiosos. Continuo gostando muito de Bruel, mas tem algo mais que me incomoda: o título. Em francês é bem melhor. Na tradução livre, eu diria algo como: “Ou dá ou sai de cima”. Que tal?

DIREÇÃO e ROTEIRO: Tonie Marshall ELENCO: Patrick Bruel, Sophie Marceau, André Wilms | 2014 (88 min)

 

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