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dezembro, 2014

ÊXODO: DEUSES E REIS – Exodus: Gods and Kings
CLASSIFICAÇÃO: Para se Emocionar, Para Entender o Nosso Mundo, Garimpo na Locadora, Estados Unidos, Épico, Drama, Biografia, Ação - 25/12/2014

Recentemente Nóe esteve nas telonas, retratando a passagem bíblica da criação da arca e do salvamento das espécies no dilúvio enviado por Deus. Agora é a vez de outro personagem, numa superprodução que gera controvérsias. Nenhum desses filmes têm o intuito de ser um retrato fiel do que está escrito na Bíblia e qualquer adaptação seria passível de críticas. Portanto, a dica aqui é a seguinte: se está a fim de assistir a uma filme cheio de batalhas, traições, amores e rumores, com um bonito visual, a história de Moisés será um bom entretenimento.

Essa passagem do Antigo Testamento é, por si só, fantástica. Moisés está na pele de Christian Bale (também em O Império do Sol, O Vencedor, Trapaça, a trilogia Batman) e é ele quem conduz o povo judeu pelo deserto por 40 anos até a Terra Prometida, após libertá-lo da escravidão egípcia que durou 400. Como se sabe, Moisés é criado pelo faraó Seti (John Turturro) junto com seu filho Ramsés, sem saber que era hebreu e escolhido por Deus para libertar seu povo.

Êxodo: Deuses e Reis é bem mais convincente do que Noé e prende mais a atenção – muito embora tenha as suas “licenças poéticas”, como Deus representado por uma criança. Mas o diretor Ridley Scott fez um filme para multidões e para grandes bilheterias (nos Estados Unidos está no topo e já arrecadou alguns bons milhões). Mostra o povo escravizado construindo os suntuosos palácios e as pirâmides do Egito, as pragas que caem sobre Ramsés, o implacável e megalomaníaco faraó, e seu povo, o chamado de Deus e Moisés escrevendo os Dez Mandamentos. Todo o contexto histórico tem um cuidado especial e é sempre interessante repassar o momento e reparar nos detalhes da suntuosa civilização.

No entanto, faz tempo que não temos no cinema um grande filme que impressione pela beleza e pelo impacto emocional como fez Lawrence da Arábia, O Último Imperador e O Gladiador, do mesmo Ridley Scott. Êxodo: Deuses e Reis vai arrecadar um bom dinheiro, com certeza. Mas faltou algo que gerasse a genuína emoção que o momento histórico merece.

 

DIREÇÃO: Ridley Scott ROTEIRO: Adam Cooper ELENCO: Chrsitian Bale, Joel Edgerton, John Turturro, Aaron Paul, Sigourney Weaver, Ben Kingsley, Hiam Abbass | 2014 (150 min)

 

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O ABUTRE – Nightcrawler
CLASSIFICAÇÃO: Suspense, Para Pensar, Garimpo na Locadora, Estados Unidos, Drama - 18/12/2014

A história de que notícia ruim vende bem e dá dinheiro é verdade em qualquer lugar do mundo. Basta notar o trânsito que se forma quando há um acidente ou algo diferente acontecendo, só por conta dos carros que diminuem a velocidade para espiar a desgraça alheia. Nunca entendi isso muito bem, mas me parece que essa curiosidade está diretamente associada ao alívio sentido ao perceber que a grama do vizinho muitas vezes não é mais verde.

Imagine que essas pessoas que param para xeretar acidentes são como abutres, urubus que se alimentam de carne estragada, de animais mortos, de lixo, de tragédias. O cineasta ótimo argentino Pablo Trapero deu a um de seus filmes o nome Abutres, justamente porque se tratava da história de um advogado de segunda linha (o onipresente Ricardo Darín), que se aproveitava das pessoas acidentadas para entrar na justiça, forjar documentos e receber a indenização do seguro. São todos farinha do mesmo saco, oportunistas que vêm na tragédia uma maneira de ganhar dinheiro a qualquer custo.

É dessa estirpe que o jornalismo sensacionalista se nutre: quanto mais sangue, melhor; quanto mais rica e branca for a vítima, melhor; quanto mais tempo render a matéria, melhor. É claro que o farejador que chegar primeiro ao local do crime ou da tragédia, consegue a manchete. Aqui entra o personagem do ator Jake Gyllenhaal. Desempregado, vive de trambiques e descobre, por acaso, que fabricar notícias pode ser uma boa. Munido de uma câmera, muita cara de pau, um sorriso cínico e uma falsa timidez, invade a noite em busca de tragédias (daí o título original Nightcrawler) que possam interessar aos grandes canais de televisão.

Gosto de Gyllenhall, inclusive quanto fez o intrigante O Homem Duplicado e o ótimo suspense Os Suspeitos. Seu personagem aqui não é um sujeito simples. Pelo contrário, tem a complexidade de alguém dúbio, malicioso, ambicioso, capaz de tudo pela fama e pelo dinheiro. Inescrupuloso, um abutre que sai na penumbra da noite, se alimenta de carniça e ainda lambe os beiços. Triste traço da natureza humana.

 

DIREÇÃO e ROTEIRO: Dan Gilroy ELENCO: Jake Gyllenhaal, Rene Russo, Bill Paxton | 2014 (117 min)

 

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UMA LONGA VIAGEM – The Railway Man
CLASSIFICAÇÃO: Para se Emocionar, Inglaterra, Garimpo na Locadora, Drama, Biografia - 17/12/2014

Muito cuidado ao assistir ao trailer deste filme – ele revela praticamente todas as surpresas, tira o charme da trama e em troca você consegue deduzir aquilo que ficou subentendido. Não dá pra montar trailer assim! O filme é bom e o espectador tem o direito de se surpreender real e genuinamente. Como já disse várias vezes aqui, leio pouco antes de assistir aos filmes, para que a primeira sensação seja desprovida de preconceitos e pré-conceitos. Com Uma Longa Viagem foi assim. Por isso, cuidado com o que você lê por aí, porque esta produção, baseada no livro autobiográfico de Eric Lomax, tem uma trama bem construída, que me pegou de surpresa e realmente me emocionou.

Pode até seja por causa dessa fase mais emotiva, em que os sentimentos estão à flor da pele. Mas basta um pouco de interesse pela história das guerras, um olhar basicamente crítico para as decisões atrozes dos homens e uma amolecida no coração para vestir a camisa do filme e incorporar as inúmeras situações vividas pelos personagens (claro que no sentido figurativo), para sentir emoções que são parte da vida de qualquer um: raiva, ódio, desesperança, compaixão, amor.

Uma Longa Viagem, que no título original faz menção ao “homem da ferrovia”, referindo-se aos prisioneiros aliados que construíram os caminhos de ferro a mando dos japoneses, durante a Segunda Guerra, conta com a forte atuação de Colin Firth (também em Magia ao Luar, O Discurso do Rei, Direito de Amar, Antes de Dormir) e Nicole Kidman (também em Segredos de Sangue, Os Outros, As Horas, Reencontrando a Felicidade, Antes de Dormir). O casal tem liga e convence na sintonia necessária para acreditar que Patti (Kidman) é quem questiona a infelicidade do marido Eric, seu bloqueio em falar da sua experiência durante a guerra, sua apatia diante da vida. Logo ficamos sabendo da sua traumática experiência como prisioneiro de guerra no Japão, dos mau tratos e de como isso impactou seu futuro e a perspectiva de vida daqueles que sobreviveram.

Essa longa viagem é o que Eric faz, na tentativa de rever seu passado e passá-lo a limpo. Ou melhor, na tentativa de simplesmente viver o presente – coisa que as lembranças da guerra não permitem. Gosto mais do título original, tem peso, significado, importância – na sua crueldade, no seu resultado, na sua permanência no tempo. Afinal, são esses três fatores que pesam sob os ombros desse ex-combatente e que conseguem trazer a emoção ao filme, sem cair no clichê e sem precisar dar lição de moral. É o tipo de filme que cada um recebe de acordo com o estado de espírito: para uns será um relato histórico interessante; para outros, uma revisão de valores. Eu me emocionei. Excepcionalmente, este comentário vai sem trailer, porque se eu fosse você, não assistiria.

 

DIREÇÃO: Jonathan Teplitzky ROTEIRO: Frank Cottrell Boyce, Andy Paterson, Eric Lomax (livro) ELENCO: Colin Firth, Nicole Kidman, Stellan Skersgard, Tanroh Ishida, Jeremy Irvine | 2013 (116 min)

 

 

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O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS – The Hobbit: The Battle of the Five Armies
CLASSIFICAÇÃO: Para se Divertir, Nova Zelândia, Garimpo na Locadora, Estados Unidos, Épico, Aventura, Ação - 11/12/2014

Não li O Hobbit, de J.R.R. Tolkien, nem pretendo ler. Quando vi e postei aqui no blog sobre o segundo filme da trilogia, O Hobbit:   A Desolação de Smaug, disse que tinha gordura demais, que o primeiro, O Hobbit: Uma Jornada Inesperada, era melhor (vejam no link do filme). Pois é. Se o segundo filme tem gordura, no terceiro não sobra muita coisa. E o título já diz tudo: são cinco exércitos lutando pelo controle da montanha mágica e poderosa. Orcs, anões, humanos, elfos lutando sem parar por 144 minutos.

Convenhamos que é preciso ter um pouco de discernimento antes de transformar todo e qualquer livro em trilogia. Precisa ter o que contar. Concordo que os efeitos são incríveis, as maquiagens ótimas, mas não tem história. Fiquei cansada e, com certeza, dois filmes teriam sido suficientes. Mesmo porque a gente acaba comparando com a saga de O Senhor dos Anéis e aí realmente caímos no vazio. Se o Hobbit do meio ficou um recheio sem gosto, o Hobbit do final deixou bem claro que não é por causa do filme que o fã clube vai aumentar.

 

DIREÇÃO: Peter Jackson ROTEIRO: Fran Walsh, Peter Jackson, J.R.R. Tolkien ELENCO: Martin Freeman, Richard Armitage, Ian McKellen, Cate Blanchet | 2014 (144 min)

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MOMMY
CLASSIFICAÇÃO: Para se Emocionar, Garimpo na Locadora, Drama, Canadá - 11/12/2014

Difícil dizer o que mais me impressiona em Mommy. O filme é forte, os personagens todos têm uma personalidade ímpar, a relação mãe e filho é visceral e a verdadeira amizade é a eterna tábua de salvação para todos os males. Por tudo isso – e por cada um desses itens separados – este filme vale seu ingresso. Mas nada disso seria retratado desta maneira se não tivesse o olhar do diretor canadense Xavier Dolan. E, pensando bem, acho que isto é que me impressiona mais: de 2009 pra cá, Dolan já roteirizou e dirigiu filmes marcantes e premiadíssimos como Eu Matei a Minha Mãe, Amores Imaginários e Lawrence Anyways. Todos eles carregam tamanha sensibilidade sobre os relacionamentos, quantidade que não cabe nos seus meros 25 anos.

Ainda preciso completar meus comentários no Cine Garimpo sobre essas produções anteriores, mas posso afirmar que Mommy é a melhor delas. Tem a força dramática, implacável e destrutiva dos relacionamentos também brilhantemente construídos em O Garoto da Bicicleta, obra dos irmãos Dardenne. De temperamentos que não combinam, de vidas que se autodestroem, ao mesmo tempo em que dependem, uma da outra, para continuar caminhando.

Die é viúva, cria sozinha Steve, seu filho que sofre de TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), o que faz sua vida ser um mar de instabilidades e agressões. Ou seja, o adolescente de 17 anos oscila entre o amor e o ódio, entre o afeto e a violência num piscar de olhos, numa palavra mal colocada, num gesto mal interpretado. Quando sai de um centro de reabilitação, Die precisa se adaptar novamente à convivência com o filho, encontrar trabalho para sustentá-lo e equilibrar-se emocionalmente. No meio desse furacão, a tímida e solitária vizinha Kyla surge como se fosse resgatá-los do meio da tormenta e surge dali uma amizade tanto imprevisível, quanto emocionante.

Mommy deixa qualquer mãe sensibilizada. Eu fiquei. Claro, a gente quer acertar, é capaz de dar a vida pelo filho, mas não consegue de resolver todos os problemas. É amor incondicional, mas não somos onipotentes. De mãos dadas com esse sentimento maternal e instintivo, criamos vínculos de amor sem laços de sangue, que são capazes de nos tirar do limbo e resgatar a alegria de viver. Mommy é sobre esses dois sentimentos. Bravo, Xavier, tomara que você esteja na seleta lista dos indicados ao Oscar de melhor filme estrangeiro, já que este foi o filme escolhido pelo Canadá! Quanta profundidade em apenas 25 anos. Bravo!

 

DIREÇÃO e ROTEIRO: Xavier Dolan ELENCO: Anne Dorval, Antoine-Olivier Pilon, Suzanne Clément | 2014 (135 min)

 

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INDICADOS DO SAG AWARDS 2015
CLASSIFICAÇÃO: Notícias, Estados Unidos - 10/12/2014

Começa logo mais, em janeiro, a temporada de premiação de 2015. Quem abre é sempre o Globo de Ouro, em 11/01/2015, e em seguida vem o prêmio dado pelo Sindicato dos Atores dos EUA, o SAG AWARDS (Screen Actors Guild Awards), dia 25. Os indicados já saíram e confesso que fiquei bastante feliz com as indicações que Birdman recebeu. O filme, ainda inédito no Brasil (estreia em janeiro), trata de um assunto importante, que invariavelmente atinge os famosos, salvo raras exceções. Depois da fama, quando a idade chega e outros ocupam seu lugar, o que resta para quem já não atrai holofotes, amores e convites para trabalhar? Conversa, inclusive, com o papel que Al Pacino faz em O Último Ato – também um ator decadente, tentando voltar à ativa e reencontrar sua identidade perdida na fama e no dinheiro. Interessante coincidência…

Michael Keaton, o ex-Batman, está espetacular como ex-homem pássaro que luta para encontrar um lugar no teatro de Broadway e se refazer da depressão e da bancarrota. Recebeu indicação para melhor ator, Emma Stone para melhor atriz coadjuvante, Edward Norton para melhor ator coadjuvante e o filme para a categoria de melhor elenco. Vale dizer que o filme é do diretor mexicano Alejandro González Iñárritu, brilhante também em Amores Brutos, 21 Gramas, Babel e Biutiful. Sempre forte, dramático, contundente.

BOYHOODOutro indicado – que está em cartaz no Brasil e que considero um dos melhores filmes do ano pela originalidade e pelo realismo do olhar – é Boyhood – Da Infância à Juventude. Ethan Hawke é indicado como melhor ator coadjuvante; Patricia Arquette, melhor atriz coadjuvante e o filme concorre pelo prêmio do elenco todo. Merece, é maravilhoso.

teporiaTambém com três indicações está A Teoria de Tudo, que conta a vida do cientista britânico Stephen Hawking. O filme me levou às lágrimas por dois simples motivos: a história de vida espetacular desse homem e a atuação brilhante de Eddie Redmayne. Ele concorre a melhor ator, Felicity Jones, que faz sua esposa, a melhor atriz, e o elenco como todo também disputa nesta categoria. Para mim, o melhor ator é, de fato e de direito, Eddie Redmayne. Tive certeza que estava vendo o próprio cientista na telona, neste papel dificílimo e muito emocionante.


fotoO Jogo da Imitação
concorre em três categorias e ainda vou conferir. Mas Keira Knightley é indicada para melhor atriz coadjuvante, Benedict Cumberbatch, melhor ator, e todo o elenco também está concorrendo pelo prêmio, com os filmes acima.

 

Outros indicados são:

Foxcatcher: Mark Ruffalo como melhor ator coajuvante e Steve Carell, melhor ator (estreia 22/01)

O Juiz: Robert Duval como melhor ator coadjuvante

Caminhos da Floresta: Meryl Streep como melhor atriz (estreia 29/01/15)

O Abutre: Jake Gyllenhaal como melhor ator (estreia 18/12)

Ainda Alice: Julianne Moore como melhor atriz

Garota Exemplar: Rosamund Pike, melhor atriz (em cartaz)

Livre: Reese Witherspoon, melhor atriz (estreia em janeiro)

O Grande Hotel Budapeste: melhor elenco (já em home video)

Whiplash – Em Busca da Perfeição: J.K. Simmons, melhor ator coadjuvante (estreia 08/01/15)

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MÚSICA & CINEMA: O CASAMENTO DO SÉCULO?
CLASSIFICAÇÃO: Notícias - 10/12/2014

Claro que vou conferir e volto com minhas impressões. Enquanto isso, se quiser checar a programação paralela à exposição, veja no NO SITE DO DO SESC.

PROGRAME-SE:

QUANDO: 20/09 a 11/01/2015; de  terça a sexta; das 10h30 às 21h30; sábados das 10h30 às 21h, domingos e feriados das 10h30 às 18h30

ONDE: SESC Pinheiros | Rua Paes Leme , 195

QUANTO: não paga NADA!

DO SESC

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15ª RETROSPECTIVA do CINEMA BRASILEIRO no CINESESC
Tim Lopes – Histórias de Arcanjo, de Guilherme Azevedo
CLASSIFICAÇÃO: Especiais, Brasil - 08/12/2014

Todo fim de ano, o Cinesesc exibe o que foi produzido no cinema nacional naquele ano, ou melhor, entre novembro de 2013 e outubro de 2014. E isso é sempre muito bom. Ainda tem gente que tem preconceito contra o cinema brasileiro, acha que não tem qualidade e tudo mais. Eu sempre reitero aqui no CINE GARIMPO que temos uma produção maravilhosas, talentos incríveis, ótimas histórias pra contar e tecnologia pra isso. Portanto, nunca deixo de dar destaque a esta retrospectiva. É uma chamada – e uma nova chance – para ver bons filmes na telona e prestigiar o cinema do nosso país.

Gostei da novidade deste ano, de privilegiar a qualidade e não a quantidade. Com curadoria de  Christian Petermann, Neusa Barbosa e Thiago Stivaletti, foram escolhidos 43 longas nesta 15ª edição da RETROSPECTIVA DO CINEMA BRASILEIRO, exibida no CineSesc, em São Paulo, de 8 a 30 de dezembro.

Os filmes que estão comentados aqui no blog, já estão com o link, para você ler a respeito e escolher pelo estado de espírito. O que eu não perderia: Getúlio, Tim Maia, Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, Entre Nós, Praia do Futuro, Tatuagem, Confissões de Adolescente, O Lobo Atrás da Porta, O Menino e o Mundo, De Menor, Sem Pena, Tim Lopes (foto). Bom garimpo!

 

Segunda, 8 de dezembro

15h – O Exercício do Caos, de Frederico Machado

17h – Cine Holliúdy, de Halder Gomes

19h – Lira Paulistana e a Vanguarda Paulista, de Riba de Castro

21h – Quando Eu Era Vivo, de Marco Dutra

 

Terça, 9 de dezembro

15h – São Silvestre, de Lina Chamie

17h – Educação Sentimental, de Julio Bressane

19h – Setenta, de Emilia Silveira

21h – Mataram Meu Irmão, de Cristiano Burlan

 

Quarta, 10 de dezembro

15h – A Floresta de Jonathas, de Sérgio Andrade

17h – Eles Voltam, de Marcelo Lordello

19h – Cidade Cinza, de Marcelo Mesquita e Guilherme Valiengo

21h – Não Pare na Pista, de Daniel Augusto

 

Quinta, 11 de dezembro

15h – Getúlio, de João Jardim

17h – Entre Vales, de Philippe Barcinski

19h – Jogo das Decapitações, de Sérgio Bianchi

21h – Tim Maia, de Mauro Lima

 

Sexta, 12 de dezembro

15h – O Homem das Multidões, de Marcelo Gomes e Cao Guimarães

17h – Olho Nu, de Joel Pizzini

19h – Riocorrente, de Paulo Sacramento

21h – Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro

23h – Entre Nós, de Paulo Morelli

 

Sábado, 13 de dezembro

15h – Doce Amianto, de Guto Parente e Uirá dos Reis

17h – Eduardo Coutinho, 7 de Outubro, de Carlos Nader

19h – Praia do Futuro, de Karim Aïnouz

21h – Tatuagem, de Hilton Lacerda

 

Domingo, 14 de dezembro

11h – Minhocas, de Paolo Conti e Arthur Nunes

15h – Meninos de Kichute, de Luca Amberg

17h – O Mercado de Notícias, de Jorge Furtado

19h – De Menor, de Caru Alves de Souza

21h – Dominguinhos, de Mariana Aydar, Eduardo Nazarian e Joaquim Castro

 

Terça, 16 de dezembro

15h – Tim Lopes – Histórias de Arcanjo, de Guilherme Azevedo

17h – Avanti Popolo, de Michael Wahrmann

19h – Dominguinhos, de Mariana Aydar, Eduardo Nazarian e Joaquim Castro

21h – O Lobo Atrás da Porta, de Fernando Coimbra

 

Quarta, 17 de dezembro

15h – Morro dos Prazeres, de Maria Augusta Ramos

17h – A Floresta de Jonathas, de Sérgio Andrade

19h – São Silvestre, de Lina Chamie

21h – De Menor, de Caru Alves de Souza

 

Quinta, 18 de dezembro

15h – Mataram Meu Irmão, de Cristiano Burlan

17h – O Lobo Atrás da Porta, de Fernando Coimbra

19h – Ozualdo Candeias e o Cinema, de Eugenio Puppo

21h – O Homem das Multidões, de Marcelo Gomes e Cao Guimarães

 

Sexta, 19 de dezembro

15h – Confissões de Adolescente, de Daniel Filho e Cris D’Amato

17h – Lira Paulistana e a Vanguarda Paulista, de Riba de Castro

19h – Eduardo Coutinho, 7 de Outubro, de Carlos Nader

21h – Riocorrente, de Paulo Sacramento

23h – Cine Holliúdy, de Halder Gomes

 

Sábado, 20 de dezembro

15h – O Menino e o Mundo, de Alê Abreu

17h – Morro dos Prazeres, de Maria Augusta Ramos

19h – Olho Nu, de Joel Pizzini

21h – Tim Maia, de Mauro Lima

 

Domingo, 21 de dezembro

11h – O Menino e o Mundo, de Alê Abreu

15h – Sem Pena, de Eugenio Puppo

17h – Tatuagem, de Hilton Lacerda

19h – Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro

21h – Praia do Futuro, de Karim Aïnouz

 

Segunda, 22 de dezembro

15h – Eles Voltam, de Marcelo Lordello

17h – Não Pare na Pista, de Daniel Augusto

19h – Sem Pena, de Eugenio Puppo

21h – Doce Amianto, de Guto Parente e Uirá dos Reis

 

Terça, 23 de dezembro

15h – Bernardes, de Gustavo Gama Rodrigues e Paulo de Barros

17h – Getúlio, de João Jardim

19h – O Exercício do Caos, de Frederico Machado

21h – Entre Nós, de Paulo Morelli

 

Sexta, 26 de dezembro

15h – Meninos de Kichute, de Luca Amberg

17h – Confissões de Adolescente, de Daniel Filho e Cris D’Amato

19h – Em busca de Iara, de Flavio Frederico

21h – Ozualdo Candeias e o Cinema, de Eugenio Puppo

 

Sábado, 27 de dezembro

15h – Cidade Cinza, de Marcelo Mesquita e Guilherme Valiengo

17h – Bernardes, de Gustavo Gama Rodrigues e Paulo de Barros

19h – Avanti Popolo, de Michael Wahrmann

21h – Os Dias Com Ele, de Maria Clara Escobar

 

Domingo, 28 de dezembro

11h – O Menino no Espelho, de Guilherme Fiúza

15h – Lira Paulistana e a Vanguarda Paulista, de Riba de Castro

17h – Aos Ventos Que Virão, de Hermano Penna

19h – Educação Sentimental, de Julio Bressane

21h – Jogo das Decapitações, de Sérgio Bianchi

 

Segunda, 29 de dezembro

15h – Entre Vales, de Philippe Barcinski

17h – Quando Eu Era Vivo, de Marco Dutra

19h – O Mercado de Notícias, de Jorge Furtado

21h – Aos Ventos Que Virão, de Hermano Penna

 

Terça, 30 de dezembro

15h – Em busca de Iara, de Flavio Frederico

17h – Setenta, de Emilia Silveira

19h – Os Dias Com Ele, de Maria Clara Escobar

21h – Tim Lopes – Histórias de Arcanjo, de Guilherme Azevedo

 

PROGRAME-SE: 

15ª Retrospectiva do Cinema Brasileiro

Local: CineSesc (Rua Augusta, 2075 – Cerqueira César – São Paulo – SP)

Data: De 8 a 30 de dezembro de 2014

Ingressos: R$ 12 (inteira); R$ 6 (meia); R$ 3,50 (comerciários matriculados no Sesc)

Telefone: (11) 3087-0500

 

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