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março, 2014

RIO 2
CLASSIFICAÇÃO: Para Ver em Família, Para se Divertir, Garimpo na Locadora, Estados Unidos, Aventura, Animação - 27/03/2014

O marketing acertou em cheio no timing do lançamento de Rio 2. Nas vésperas da Copa do Mundo, ter as cores e os ritmos brasileiros estampados nesta animação, que certamente vai rodar o mundo, é mais do que um convite. Afinal, aqui tudo é festa, até mesmo na floresta. Já nos primeiros minutos do filme, em que eu tive certeza de que o Rio continua realmente exuberante, me deu uma ponta de tristeza pensar como seria bom se tudo por aqui fosse realmente assim, uma beleza só. Voei longe, acho que sob efeito das burradas e roubalheiras para esse mundial, contaminada pelo já famoso #imaginanacopa.

Mas Blu logo me chamou de volta ao filme com suas irreverências e me fez cair na real. Era só uma animação. É sim pra estrangeiro ver também e se apaixonar pelos personagens, pela paisagem, pela graça dos diálogos, pela musicalidade da produção. Com o trabalho do carioca Carlos Saldanha, ninguém vai se decepcionar. Já é alguma coisa.

A primeira animação Rio foi um verdadeiro sucesso e sua continuação também arrasa, pode ter certeza. O casal de araras azuis e seus três filhos vivem no Rio de Janeiro, protegidos pelo pesquisador Túlio e sua mulher, Linda, que estão na Amazônia procurando outros exemplares da arara em extinção. A aventura dessa família pela floresta é encantadora e cheia de diálogos que humanizam as relações familiares e a luta contra a destruição da floresta.

Dá pra dizer que Rio 2 é tudo aquilo que você espera em termos de qualidade e beleza, o que não significa que seja previsível. A história tem humor, cores lindas, arranjos musicais incríveis e uma harmonia pra todas as idades e todas as nacionalidades. Deixe-se levar, deixe o corpo balançar na poltrona do cinema e aproveite enquanto dura. Com certeza, esse Rio das telonas não tem como dar errado.

DIREÇÃO: Carlos Saldanha | 2014 (101 min)

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NOÉ
CLASSIFICAÇÃO: Trailer, Drama, Ação - 26/03/2014

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GARIMPO sobre DITADURA MILITAR
CLASSIFICAÇÃO: Lista - 26/03/2014

O golpe militar de 64 faz 50 anos e o cinema não se cansa de lembrá-lo. É bom, assim a gente mantém a memória bem fresca, inclusive com o ótimo Zuzu Angel, que conta a luta da estilista para encontrar o filho militante desaparecido (foto).

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ENTRE NÓS
CLASSIFICAÇÃO: Para se Emocionar, Garimpo na Locadora, Drama, Brasil - 26/03/2014

Amigos fora e dentro da telona. Quando se reuniram para a entrevista coletiva do filme Entre Nós, Carolina Dickeman, Caio Blat, Maria Ribeiro, Paulo Vilhena, Martha Nowill e Júlio Andrade deixaram bem claro que o filme trazia também um pouco do que era a relação deles. Amigos desde a adolescência, cresceram juntos fazendo cinema e televisão e conseguem, talvez graças também a isso, mostrar intimidade na tela e tudo de negativo e positivo que vem com ela.

Aliás, passagem do tempo foi o mote do filme codirigido por pai e filho. Pedro e Paulo Morelli projetam ali, na vivência do grupo de amigos que ainda não está preso a compromissos, que ainda curte o auge do desprendimento da juventude, a sua própria história de vida. Assim como outros filmes já mostraram – e invariavelmente me emocionam, como o canadense As Invasões Bárbaras e o francês Até a Eternidade – ter amigos é algo difícil. Cultivá-los no decorrer dos anos, quando as diferenças e disputas ficam mais evidentes, é ainda mais raro.

Entre Nós conta a história de um grupo de amigos que tem lá seus 25 anos. Passam um fim de semana na casa de um deles em São Francisco Xavier. Conversam, bebem, fumam maconha, namoram, divertem-se e fazem uma curiosa brincadeira: cada um escreve num papel como imagina sua vida 10 anos mais tarde. Colocam os papéis numa caixa e enterram, com a promessa de revelar os desejos pessoais depois de uma década. Só que algo terrível acontece e tudo muda profundamente.

O que mais me chama atenção é a sensibilidade da direção dos atores. Sim, porque dá pra notar a intensidade da transformação que cada um deles sofre com os acontecimentos. Os olhares são marcantes, muitas vezes o silêncio fala mais alto. Até pela indefinição que marca suas vidas. É isso, é um filme de indefinições. São entrelaçados para sempre pelo passado, mas não sabem como será o futuro. Foi quando perguntei aos atores se conseguiam imaginar o que a vida lhes reservaria aos personagens na década seguinte. Inspirados no ótimo filme francês Albergue Espanhol e sua sequência Bonecas Russas (também sobre encontro de um grupo de amigos) disseram que pensam, sim, em continuar “acompanhando” a vida de Lúcia e Felipe, Drica e Cazé, Silvana e Gus. Façam suas apostas, porque os diretores se animaram com o projeto de continuação. Eu tenho meu palpite, mas a única coisa que é certa é que, depois daquele segundo fim de semana, eles nunca mais serão os mesmos.

DIREÇÃO e ROTEIRO: Paulo e Pedro Morelli ELENCO: Carolina Dickeman, Caio Blat, Maria Ribeiro, Júlio Andrade, Paulo Vilhena, Martha Nowill, Lee Taylor | 2014 (100 min)

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BELÉM – ZONA DE CONFLITO – Bethlehem
CLASSIFICAÇÃO: Para Entender o Nosso Mundo, Israel, Garimpo na Locadora, Drama - 26/03/2014

A cidade de Belém está localizada no território palestino da Cisjordânia, cercada por muros intransponíveis e sob vigilância militar dos israelenses nas fronteiras. Quem coordena a administração civil é a Autoridade Nacional da Palestina, o que obviamente é um paradoxo e reflete bem a confusão e a falta de consenso na região. Belém – Zona de Conflito, filme premiado no Festival de Veneza e Israel, mostra bem como as relações são verdadeiros barris de pólvora. E de impossível solução.

Os atores são fortes, condizentes com a dimensão dos conflitos. Têm presença e crescem em importância até o desfecho final – que, aliás, tem um suspense bem construído. Razi é um oficial do serviço secreto israelense, responsável por monitorar ações terroristas. Como todo serviço de inteligência, Razi tem lá seus informantes e um deles é Sanfur, um garoto aliciado aos 15, com quem desenvolve uma relação de irmão mais velho. Mas Sanfur cresce e acaba servindo também de mensageiro para seu irmão de verdade, o palestino que trabalha para grupos terroristas, inclusive o Hamas. Sem saber a qual deles servir, acaba num beco sem saída, onde só há traição, morte, violência e intolerância.

Sempre menciono filmes que tratam do conflito árabe-israelense aqui no blog. Há produções muito boas, que nos ajudam a entender a complexidade do problema. Ou a concluir que não é possível entender mais nada. E não é mesmo. Cada vez que assisto a esses filmes me impressiono com a incapacidade do ser humano de se reconciliar. Que verdadeiro inferno!

DIREÇÃO: Yuval Adler ROTEIRO: Yuval Adler, Ali Wakad ELENCO: Tsahi Halevi,  Shadi Mar’i, Hitham Omari, Tarik Kopty | 2013 (99 min)

 

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TUDO POR JUSTIÇA – Out of the Furnace
CLASSIFICAÇÃO: Para Pensar, Garimpo na Locadora, Estados Unidos, Drama - 26/03/2014

Christian Bale foi notícia este ano por causa da sua atuação em Trapaça. E é bem verdade que o ator é pau pra qualquer obra. É versátil, competente, gosto dele. Começou ainda pequeno, com o ótimo Império do Sol, de Spielberg. Depois fez Inimigos Públicos, O Vencedor (levou o Oscar) e foi o Batman na trilogia de Christopher Nolan. Mas Tudo por Justiça é filme de um homem só e chove no molhado, por assim dizer. Cheguei à fácil conclusão, depois de me sentir irriquieta na cadeira do cinema, de que nem a sua competência segura o fraco roteiro, muito menos esse título batido e sem graça.

O que Bale faz é de fato é justiça com as próprias  mãos – daí a tradução. Ele é Russell Baze e mora em uma cidade sem futuro, onde a vida gira em torno de uma usina decadente. Envolve-se em um acidente com vítima fatal, vai preso e quando sai da prisão tem que ajudar o irmão rebelde, Rodney, a não se meter em encrenca. Mas a história fica violenta e Russell tenta fazer justiça por conta própria.

Parece confuso, mas é sem graça mesmo. O fato de Russell ser preso, perder a namorada e ter que limpar a barra do irmão não tem amarração nenhuma. Com tudo muito solto, fiquei impaciente. Às vezes as distribuidoras não veem potencial de algumas produções no cinema e decidem lançá-las diretamente no home video. Deveria ter sido o caso de Tudo por Justiça, já que estamos falando aqui do que parece ser mais justo.

 

DIREÇÃO: Scott Cooper ROTEIRO: Brad Ingelsby, Scott Cooper ELENCO: Christian Bale, Casey Affleck, Zoe Saldana | 2013 (116 min)

 

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CAIRO 678 – 678
CLASSIFICAÇÃO: Para Pensar, Garimpo na Locadora, Egito, Drama - 24/03/2014

*Este filme foi publicado no Cine Garimpo em março de 2012 e agora reeditado para se encaixar no novo formato.

Esta semana foi premiado com o Oscar de melhor filme estrangeiro o ótimo A Separação, que não só traz à tona a realidade da cultura islâmica no Irã como um todo nas suas relações familiares e sociais, como ressalta a condição da mulher muçulmana nos países em que o Alcorão é interpretado de forma extremamente machista, gerando distorções sociais e humanitárias absurdas. Cairo 678 é mais um filme sobre o tema que, como já tenho dito em outras matérias sobre produções sobre a cultura árabe, ajuda a jogar um facho de luz sobre essa realidade incompreensível, porém absolutamente atual e real no mundo islâmico, presente diariamente na mídia graças à Primavera Árabe, que sacudiu o norte da África desde o ano passado, política, econômica e culturalmente.

Só que Cairo 678 trata de um assunto específico, incômodo (principalmente para mulheres) e de difícil solução. Mulheres são molestadas sexualmente à luz do dia, nas ruas, nos transporte público lotados (daí o título Cairo 678, uma referência ao número da linha de ônibus). Não fazem denúncias porque obviamente sentem vergonha e seriam renegadas pelo marido, pai, irmãos. E para completar, teriam de submeter sua queixa ao poder policial, sempre sob tutela masculina. Como é possível denunciar algo a alguém que entende que o crime é legítimo? Sem recursos, nem suporte jurídico em países teocráticos, as mulheres egípcias são vítimas impotentes nas mãos e na cultura dessa sociedade.

O interessante do filme, baseado em histórias reais, é que as vidas dessas três mulheres de classe sociais distintas se cruzam por algo que transcende o poder econômico, social, educacional. Cruzam-se porque tratam da honra, do respeito, do livre arbítrio, da liberdade de ir, vir e pensar. Aqui fica claro que mesmo a classe egípcia abastada, instruída, viajada e profissionalmente bem posicionada também não consegue se livrar dessa educação da obediência e subserviência a que são submetidas as mulheres.

Seba, uma empresária rica e bonita, casada com um médico muito bem posicionado, é violentada durante a comemoração da vitória da seleção egípcia de futebol, evento essencialmente masculino; Fayza é uma dona de casa submissa e simples, que se incomoda com a abordagem física do marido e sofre todos os dias com o assédio sexual nos ônibus lotados da cidade; Nelly é de classe média, batalhadora e contestadora, que sonha em ser comediante como o noivo. Mas ambos têm que trabalhar em setores “de prestígio” para serem aceitos nas respectivas famílias. Ela também sofre abuso sexual e consegue criar coragem para depor, denunciar e processar o criminoso. É nesse contexto que elas se conhecem, com Seba liderando um grupo de mulheres vítimas da violência sexual, que precisam aprender perder o medo, ter coragem e se defender dos abusos e da falta de respeito.

Cairo 678 algumas vezes parece documental – e acredito ser de fato. São histórias reais muito fortes, que vão na direção completamente oposta à maneira milenar de pensar do povo egípcio muçulmano. Agora que a revolução contra os líderes corruptos e déspotas iniciou algumas transformações, mesmo que mínimas, no campo religioso, social e comportamental nos países islâmicos do norte da África, a manifestação de cineastas como Mohamed Diab são valiosíssimas. É para dizer para o mundo que desse jeito não dá. Que não se trata de tirar o véu, se despir das tradições e preceitos religiosos. Também não se trata de um simples “grito feminista”, mas sim de encontrar uma maneira de viver com dignidade e respeito. Básico, não?

 

DIREÇÃO: Mohamed Diab  ELENCO: Nelly Karim, Bushra, Maged El Kedwany, Ahmed El Fishawy, Bassem Samra, Sadwan Badr | 2010 (100 min)

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S.O.S. – MULHERES AO MAR
CLASSIFICAÇÃO: Para se Divertir, Garimpo na Locadora, Comédia Romântica, Brasil - 20/03/2014

É verdade que o gênero nacional da comédia está inundando o nosso cinema e também é verdade que não tenho papas na língua. Acho sim que alguns dos grandes sucessos de bilheteria não valem seu ingresso, o que não significa que não goste do gênero. Pelo contrário. Filmes que fazem rir e descontrair são um presente – mas viram presente de grego quando parecem mais uma extensão dos programas de humor da televisão. De segunda linha.

Não é o caso de S.O.S. – Mulheres ao Mar, de Cris D’Amato, que é feminino, como diz o nome, e gostoso de ver. Está na mesma prateleira de filmes já elogiados no Cine Garimpo, como De Pernas Pro Ar e De Pernas pro Ar 2, Se Eu Fosse Você e Se Eu Fosse Você 2, Divã, E aí, Comeu?, Mulher Invisível, Confissões de Adolescente. Não apela para o humor chulo de Os Penetras, nem é chato como Minha Mãe é uma Peça, nem dispensa roteiro como Se Puder… Dirija! – filmes de que você deve passar longe!

S.O.S. – Mulheres ao Mar tem sim um desfecho esperado – porque comédia romântica é assim mesmo, previsível – mas tem um bom trio de mulheres no comando, sintonizadas, engraçadas e fortemente capazes de criar uma identidade com as espectadoras. Minha favorita é a empregada Dialinda, na pele de Thalita Carauta, que rouba a cena durante o cruzeiro para a Itália.

Tudo isso pra dizer que a trama de Adriana (Giovanna Antonelli) que, acompanhada de sua irmã Luiza e da empregada, entra num cruzeiro para infernizar a vida do ex-marido Eduardo, que a troca pela linda Beatriz, é bem feita e divertida. As mulheres ao mar têm boas tiradas e contam com Reynaldo Gianecchini para contrabalançar toda a confusão feminina.

 

DIREÇÃO: Cris D’Amato ROTEIRO: Sylvio Gonçalves, Rodrigo Nogueira, Marcelo Saback ELENCO: Giovanna Antonelli, Reynaldo Gianecchini, Thalita Carauta, Fabíula Nascimento, Marcello Airoldi, Emanuelle Araújo | 2014 (109 min)

 

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INSTINTO MATERNO – Child’s Pose
CLASSIFICAÇÃO: Romênia, Para Pensar, Garimpo na Locadora, Drama - 19/03/2014

Um homem rico atropela um garoto pobre e não presta socorro. Ele morre, o homem vai parar na delegacia, encurralado pelas evidências de culpa no cartório, até que chega sua mãe. Munida de argumentos, usa a mais poderosa influência possível para livrá-lo da cadeia: a prepotência do tom e do olhar, como quem pergunta ao interlocutor “você sabe com quem está falando?”.

Circo armado, os problemas veem à tona. Cornelia é superprotetora e sufocante, já enfrenta uma relação ultra desgastada com o filho adulto e não entende a sua rejeição, que chega no limite quando rechaça a manipulação da mãe no caso do atropelamento. Rica, erudita e esnobe, parte integrante da elite romena pós-comunista que se julga acima das leis, Cornelia domina o filme, a empregada, o marido, o filho e a até então indomável nova. Manupila, melhor dizendo, numa forma de amor doentio e às avessas. Fico me perguntando sempre por que temos tanto medo de frustrar os filhos, de deixá-los arcar com as consequências de seus atos, mesmo sabendo que isso é necessário e benéfico para que sejam adultos responsáveis. Essa mãe demonstra uma prepotência sem tamanho. O que o diretor Calin Peter Netzer constrói é uma linha de tensão permanente, num embate crescente da razão desmesurada, que gera controle, mas acaba ressaltando as fragilidades mais profundas.

Não há como não transpor a realidade (e tudo parece sim, muito real) da sociedade da Bucareste atual com a nossa. O poder corrupto, o tráfico de influências e favorecimentos, a troca de favores. Temos essa sensação permanente nas estruturas brasileiras. A Cornelia de Instinto Materno, vencedor do Urso de Ouro em Berlim, representa essa mentalidade que consome cultura erudita e circula na alta sociedade, mas não conhece a lei para todos, não se iguala diante dela. É superior e cruel, esconde-se na sua armadura autossuficiente, sem dar vazão aos sentimentos. Até que não há mais por onde escapar. Porque essa educação às avessas estraga, poda a autonomia, a capacidade fazer escolhas, de lidar com suas consequências e de levar uma vida independente. Porque nem Cornelia é de ferro e eu não resisti, como mãe, a tanta emoção junta.

 

DIREÇÃO: Calin Peter Netzer ROTEIRO: Razvan Radulescu ELENCO: Luminita Gheorghiu, Bogdan Dumitrache, Natasa Raab | 2013 (112 min)

 

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RIO 2 TEM PRÉ-ESTREIA BENEFICENTE
CLASSIFICAÇÃO: Para se Divertir, Brasil - 19/03/2014

O Ser em Cena – Teatro dos Afásicos, ONG que auxilia e reabilita portadores de afasia e outros distúrbios de comunicação, promovendo sua integração na sociedade por meio da arte dramática, está promovendo uma sessão de pré-estreia de RIO 2, em 3D, com renda revertida para a instituição. O filme só estreia dia 27, portanto é uma chance bacana de levar a família para assistir. E de quebra, você ajuda alguém!

Para comprar ingresso, ligue diretamente no Ser em Cena, 3801-8166 ou mande um email para nicholas@seremcena.org.br. Você faz uma transferência bancária e retira o ingresso na bilheteria.

PROGRAME-SE:

22/03, às 11h, no shopping Frei Caneca | Ingressos: R$ 30,00 

 

 

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